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Review: Necromesis - Evolving to an underworld

It is always great to see a band that manages to be creative while not losing the touch with common sense. This is the case with Necromesis, that showcases in this EP a nice death/thrash with a lunatic bass influenced by Steve Di Giorgio (Sadus) from his Vision of Misery days. Actually, as a whole, the instrumental is pretty cohesive and skilled, but it is impossible to deny the prevalence of the bass over all the rest. And the best part is seeing that it occurs in the right measure, without needless exhibitionism. The bassist knows how to fall to the background when more highlight is needed on the guitars, such as in the crushing riff of Building an Underworld. Another remark goes to the grotesque traditional death metal growls, similar to those of Bolt Thrower's Karl Willetts. After all, there is other detail of the trio's creativity with the insertion of music genres usually incompatible with metal, such as  baião, jazz and bossa nova, in a manner that sounds natural and seamless. A recommended material available for download in the band's own site.

http://www.necromesis.com/

Resenha: Necromesis - Evolving to an underworld

É sempre uma boa pedida ver uma banda que consegue ser criativa sem perder o contato com o bom senso. É o caso do Necromesis, que mostra com este EP um belo death/thrash com baixo lunático a la Steve Di Giorgio (Sadus) na época do Vision of Misery. Na verdade, como um todo o instrumental é bem coeso e habilidoso, mas é impossível negar a proeminência do baixo sobre todo o resto. E o melhor disso é que isso ocorre na medida certa, sem exibicionismos desnecessários. O baixista sabe se manter em segundo plano quando é necessário maior destaque para as guitarras, como por exemplo o riff esmagador de Building an Underworld. Outro destaque vai para o vocal urrado grotesco de death metal tradicional, semelhante ao de Karl Willetts, do Bolt Thrower. Por fim, temos outro detalhe da criatividade do trio na inserção de influências de gêneros normalmente incompatíveis com o metal, como o baião, jazz e bossa nova, de uma maneira que acaba soando natural e fluida. Material recomendado e disponível para download no site da própria banda.

http://www.necromesis.com/

Live review: Neohadth, Oblatus and Devotan


November 26, 2011 - Crash Underground Point
It all started with a rainy night that caused problems for Devotan's guys, who came from the city of Americana to São Paulo by motorcycle (some 120 km, according to Wikipedia). Even with this Even with this problem (born to be wild, I suppose), the band managed to honor their commitment and to attend. So, lets go with the show. The night begun with Neohadth, making a symphonic black metal with doom passages, very well practiced and with the right serving of melody, like Covenant and Antestor. Easily a band with potential for growth. After the brief interval, we had Oblatus, with their excellent traditional death metal with a technical approach to the bass, even resembling a bit of the old Sadus. Speed and heaviness in plentiful servings, seasoned with a deep guttural vocal, all according to the death metal textbook. To end the night, we had Devotan, with their raw black metal, to the likes of Darkthrone and Gorgoroth, with lyrics in Portuguese. They were great for a band physically exhausted from the trip, and there was also a nice talk by the drummer Lord Shavout on the matter of humility. Nice to see people that still manages to keep this mindset. A great night, 3 bands that deserve plenty of attention. Now we just need to wait that they create the use of playing more often and not only among Christians.

Resenha de show: Neohadth, Oblatus e Devotan

26 de novembro de 2011 - Crash Underground Point


Tudo começou com um dia chuvoso que causou problemas para o pessoal do Devotan, que veio da cidade de Americana até São Paulo de moto (uns 120 km, de acordo com a Wikipedia). Mesmo com esse contratempo (born to be wild, suponho), a banda tratou de honrar o seu compromisso e comparecer. Então vamos ao show. A noite começou com o Neohadth, fazendo um black metal sinfônico com passagens doom muito bem ensaiado, com melodia na dose certa, aos moldes de Covenant e Antestor. Facilmente uma banda com muito para crescer. Após o breve intervalo, tivemos o Oblatus, com seu ótimo death metal tradicional com uma pegada de baixo técnica, lembrando um pouco do velho Sadus. Velocidade e peso em doses generosas, temperados com um vocal gutural cavernoso, tudo dentro da cartilha do estilo. Fechando a noite, tivemos o Devotan, com seu black metal mais cru, ao molde de Darkthrone e Gorgoroth, com letras em português. Mandaram muito bem para uma banda fisicamente exausta da viagem, e ainda rolou uma ótima ideia do baterista Lord Shavout sobre a questão da humildade. Bom ver gente que ainda consegue manter essa mentalidade. Uma ótima noite, 3 bandas que merecem uma bela de uma atenção, agora é só torcer para que desenvolvam mais o hábito de tocar não só entre cristãos.

Review: Aggelos - Mantos Purpúreos

This is the first full-lenght by this christian Colombian gothic metal band. The style, overall, resembles a mix of Theatre of Tragedy, The 3rd and The Mortal and a bit of, emphasizing the lighter elements of the aforementioned bands, which in the end generates some expectations that are not met. Don't get me misunderstood, the band is cohesive and tight, but the element of heaviness is too great an absence to be ignored. Growling vocals are used somewhat sparingly (though the lyrical vocals are indeed first grade) and there is a lack of crunchiness in the guitar distortion. It doesn't come to be disappointing, far from this, but I really nurtured an expectation different from what was presented. In other words, the problem was more with the listener than with the band, actually. Appreciators of the mentioned bands will have no problem with this album, but if you are after something heavier or closer to doom metal, you may need to search some more. Highlight tracks: Cruel Silence, Muriendo and Labu Reatum.

http://www.myspace.com/aggelosband

Resenha: Aggelos - Mantos Purpúreos

Este é o primeiro álbum completo desta banda cristã colombiana de gothic metal. O estilo, em geral, lembra uma mescla entre Theatre of Tragedy, The 3rd and The Mortal e um pouco de Tristania, mas com ênfase nos elementos mais leves das bandas citadas, o que acaba criando um pouco de expectativas e não as cumprindo. Não entendam mal, a banda é bem afiada e coesa, mas o elemento de peso acaba fazendo falta demais. Os vocais guturais são usados de forma um tanto quanto esparsa (embora os vocais líricos sejam realmente de primeira categoria) e falta um pouco de peso na distorção da guitarra. Não chega a ser decepcionante, longe disso, mas eu realmente fiquei com uma expectativa diferente do que foi apresentado. Ou seja, mais problema do ouvinte do que da banda, na verdade. Apreciadores das bandas referidas não terão problema algum com este play, mas se estiverem esperando algo mais pesado ou aproximado ao doom metal, talvez seja melhor procurarem um pouco mais. Faixas de destaque: Cruel Silence, Muriendo e Labu Reatum.


http://www.myspace.com/aggelosband

Review: Nação Corrompida - Sem chapas de campanha

Greetings! Here we have the EP by Pernambuco's Nação Corrompida, distilling a loud and fast hardcore crossover with very tight instrumentation, in the vein of DRI, SOD, and even RDP in their classic album Brasil. Indeed, the Brazilian band is the reference that comes up more frequently in these 16 tracks, thanks to the "grating" guitar distortion, typical of the classic hardcore of the eighties. The main difference seen here to the mentioned RDP is the vocal style, more clear and comprehensible, but not even a bit less aggressive. If the style of the referred bands pleases you, take some minutes to hear this play, it will be just a few of them (around 25, actually), and it will be a time VERY well invested.

http://www.myspace.com/nacaocorrompida

Resenha: Nação Corrompida - Sem chapas de campanha

Saudações! Temos aqui o EP dos pernambucanos do Nação Corrompida, destilando um hardcore crossover veloz e agressivo, com instrumental bem coeso, aos moldes de DRI, SOD, e mesmo do RDP em seu clássico álbum Brasil. De fato, a banda brasileira é a referência que surge de forma mais evidente nessas 16 faixas, graças à guitarra com aquela distorção "ardida" típica do hardcore clássico dos anos 80. O principal diferencial que percebe-se em relação ao citado RDP é o estilo do vocal, mais limpo e compreensível, porém nem um pouco menos agressivo. Se o estilo das bandas mencionadas te agrada, tire alguns minutinhos para ouvir este play, serão poucos (cerca de 25) e será tempo MUITO bem investido.

http://www.myspace.com/nacaocorrompida

Resenha: Rest Eternal - Rest Eternal

Eu gosto de encontrar materiais que fogem do lugar comum. Eles forçam minha percepção e compreensão da arte apresentada e fazem com que ao fim da audição eu tenha desenvolvido um melhor senso de aceitação do diferente. É a falta dessa aceitação do diferente a causa para tantas guerras e violência no mundo. Mas estou divagando. Vamos à resenha. O Rest Eternal é um projeto de Dave L., do Grave Abandoned, Wretched Humanity e Departing Dusk. Definitivamente um sujeito que gosta de se manter ocupado. O som apresentado é uma espécie de funeral doom com MUITA ênfase no teclado. De fato, chega a ser como se o teclado fosse usado no lugar da guitarra, para todas as harmonias e bases, acompanhado de passagens discretas ao violão, meio que invertendo o conceito clássico de banda doom pesada com passagens discretas de teclado. O resultado é, como já deixei claro, fora do comum, primando mais pelo clima sombrio do que pelo peso, e tendo como destaque a penúltima faixa, Cold Winter, que foge um pouco do funeral doom apresentado no resto do disco e se mostra uma improvável mistura de Hellhammer com Joy Division com um órgão no lugar da guitarra. Pois é, você também vai precisar ouvir para acreditar. Um bom disco, mas sofre um pouco pela voz ter ficado um pouco distante na mixagem. Nada que trabalhos futuros não possam resolver.

http://www.myspace.com/resteternalmetal

Review: Rest Eternal - Rest Eternal

I enjoy knowing stuff that deviate from the common sense. They force my perception and understanding of the art presented and at the end of the listening I have developed a better sense of acceptance of the different. The lack of this acceptance is the cause of so many wars and violence in this world. But I digress, lets go to the review. Rest Eternal is a project by Dave L., from Grave Abandoned, Wretched Humanity and Departing Dusk. There is a man that likes to keep himself busy. The sound presented is a kind of funeral doom with PLENTY of emphasis on the keyboard. Indeed, it even sounds as if the keyboard was being used in the place of a guitar, for all the leads and rhythms, followed by discrete accoustic guitar passages, kind of inverting the classical concept of a heavy doom band with discrete keyboard passages. The result is, as I made clear, out of usual, valuing more the dark atmosphere than the heavyness, with a remark for the track 7, Cold Winter, that deviates a bit from the funeral doom presented throughout the album and appears as an unlikely mix between Hellhammer and Joy Division with an organ instead of the guitar. That's right, you got to listen to believe it. A nice album, but it suffers a bit for the voice sounding a bit distant in the mix. Nothing that cannot be solved in future works.

http://www.myspace.com/resteternalmetal

Live review: Test, Cyco Pit, Braindead and Nação Corrompida

Braindead
That was a rainy afternoon at Sattva Bordô, that soon was upgraded to rainy night. Right when I entered the venue, Test was already playing their experimental death/grind/crust, ensuring a sure fire start for the night. After a small break, we had Cyco Pit on stage, playing a right to the point and very pleasant new school hardcore. Do not fix what ain't broken, as some say.Next, we had the begginers of Braindead, that also made a sound founded in the new school hardcore, but something seemed out of place, maybe it is just a matter of time until the band let the energy flow more naturally, as potential is something not missing here. Finally, we had Pernambuco's Nação Corrompida, finishing their pocket tour through the southeastern region. Nice to see that the band brought their own CD, other partner bands' stuff, t-shirts... They even had demo TAPES! I can't remember the last time I saw one of these! Regarding their performance, they made a skilled crossover visibly inspired by the classic 80's bands (such as Ratos de Porão, English Dogs, DRI, Slayer), with blazing guitars shamelesly flirting with metal, but with some more modern touches here and there(specifically, one or another song that surprised with breakdowns typical to modern metalcore), never sounding forced or inadequate.


Nação Corrompida
In a nutshell, very cool gig, that would have been better if the place was not so dark that... Well, the pics speak for themselves. Another negative point was the people that left the place en masse after Braindead, instead of staying to prestige the band that made the longest way for the gig, well, patience. Someday people will learn to respect the work of those who struggle for the scene.

Resenha de show: Test, Cyco Pit, Brain Dead e Nação Corrompida

Braindead
Essa foi uma tarde chuvosa no Sattva Bordô que logo tornou-se noite. Logo ao entrar na casa, o Test já estava desfiando seu death/grind/crust experimental, garantindo um começo certeiro para a noite. Após um breve intervalo, tivemos o Cyco Pit no palco, mandando ver um hardcore new school bem certeiro e agradável. Não se mexe em time que está ganhando, como se diz.

Nação Corrompida
A seguir, tivemos a iniciante Braindead, que também fez um bom som calcado no hardcore new school, mas algo me parecia fora do lugar, talvez seja apenas questão da banda se "soltar" mais, deixar a energia fluir naturalmente, pois potencial não faltou. Por fim, tivemos o Nação Corrompida de Pernambuco, encerrando sua pocket tour pela região sudeste. Legal ver que a banda trouxe seu próprio CD, materiais de outras bandas parceiras, camisetas... Até mesmo FITAS demo! Nem lembro a última vez que vi uma! Com relação à sua apresentação, os caras capricharam em um crossover nitidamente inspirado pelas bandas clássicas dos anos 80 (como Ratos de Porão, English Dogs, DRI, Slayer), com guitarras bem faiscantes, flertando descaradamente com o metal, mas com alguns toques mais modernos aqui e ali (especificamente, uma ou outra música que surpreende com breakdowns típicos do metalcore moderno), sem nunca soar forçado ou inadequado.


Em resumo, um show muito legal, que teria sido melhor se não fosse pelo lugar ser tão escuro que... Bom, as fotos falam por si. Outro ponto negativo foi o pessoal indo embora em peso após o Braindead em vez de permanecer para prestigiar a banda que veio mais de longe para o som, mas paciência, algum dia o povo aprende a respeitar o trabalho de quem se esforça pela cena.

Venues: Update 15/Nov/11


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Bar do Boné
Av. Nossa Senhora da Saúde, 1007
Close to skateboard track at Av. Tancredo Neves
São Paulo - SP
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Picos: Atualização 15/nov/11

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Review: Senandioma - Order and Progress... Lies and Death

This EP's cover brings somewhat conflicting impressions at first sight. The cartoonish style with a political theme makes us think about a hardcore band, while the logo suggests a traditional death metal band. And when we spin the disc, what do we hear? An excellent 100% Brazilian thrash metal, recalling to Schizophrenia-era Sepultura, Searching for the Light-era Dorsal Atlântica and Brasil-era Ratos de Porão. Technical guitars, pounding bass, monstrous backing vocals and drums with a very precise rhythm, making a party for those who enjoy the eighties' sound, but never sounding outdated. I would attribute this to the great, crystalline production, that makes clear that we are hearing a product of the 21st century, not a forced nostalgia from the eighties. Cheers for the band for resisting to the temptation of making something that would be the musical equivalent of sensationalist media. After all, an EP that worths each second of hearing and will make the day of the card-carrier thrashers. Go now and download yours, that is made fully available by the band itself! Outstanding tracks: Democrashit, Be Stupid and Die and Death Comes to Everyone.

http://www.myspace.com/senandioma
http://www.reverbnation.com/senandioma

EP download link
http://www.mediafire.com/?eerxlnjf8x19ekp

Resenha: Senandioma - Order and Progres... Lies and Death!

A capa deste EP nos traz impressões um tanto conflitantes à primeira vista. O estilo cartunesco com motivo político faz pensar em uma banda hardcore, enquanto o logotipo sugere uma banda de death metal tradicional. E ao colocar o trabalho para rodar, o que ouvimos? Um ótimo thrash 100% brasileiro, reminiscente do Sepultura de Schizophrenia, Dorsal Atlântica de Searching for the Light e Ratos de Porão de Brasil. Guitarras bem trabalhadas, baixo pulsante, backing vocals monstruosos e bateria com ritmo preciso, fazendo a festa da galera que ama o som oitentista, mas sem soar datado de forma alguma. Atribuo isso à ótima e cristalina produção, que deixa claro se tratar de um produto do século XXI, não de uma nostalgia forçada dos anos 80. Ponto para a banda por ter resistido à tentação de fazer algo que seria o equivalente musical ao jornalismo sensacionalista. Enfim, um EP que vale cada segundo da audição e que fará a alegria dos thrashers de plantão. Corra e baixe o seu, que está disponibilizado na íntegra pela própria banda! Destaque para as faixas Democrashit, Be Stupid and Die e Death Comes to Everyone.

http://www.myspace.com/senandioma
http://www.reverbnation.com/senandioma

Link para download do EP
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Venues

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Isis Bar
R. Alferes Magalhães, 190
Próximo ao metrô Santana
São Paulo - SP
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Hangar 110
R. Rodolfo Miranda, 110
São Paulo - SP
Brazil
www.hangar110.com.br



Old Studio
R. 24, 770, Centro
Goiânia - Goiás

Brazil


Sattva Bordô
Praça Franklin Delano Roosevelt, 82
São Paulo - SP
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http://clubsattvaoficial.blogspot.com/
 

Blackmore Rock Bar
Al. dos Maracatins, 1317, Moema
São Paulo - SP
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Underground Cultural
Rua do Senado, 208
Rio de Janeiro - RJ
Brazil

Crash Underground Point
Rua Marquês de Olinda, 48, Ipiranga
(Corner with Rua Vergueiro 6.200, 5 minutes by Alto do Ipiranga underground station)
São Paulo - SP
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Brisas Bar
Rua Vital de Oliveira, 130, Homero Thon
Santo André - SP
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Luar Rock Bar
Rua Carolina Fonseca, 35
São Paulo - SP
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Casa Mafalda
Rua Clélia, 1745
São Paulo - SP
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Hotel Classic Tees
Rua Matias Aires, 78, Consoolação
São Paulo - SP
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Musicall Bar
Rua Otávio Braga de Mesquita, 634 - Vila Fátima
Guarulhos - SP
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Taverna Snooker Bar
Rua Sorocaba, 59, Setor Industrial
Várzea Paulista - SP
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Clube Inferno
Rua Augusta, 501 - Consolação
São Paulo - SP
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Clube Outs
Rua Augusta, 486
São Paulo - SP
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Picos

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Telefone: (11)9992-4066


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Goiânia - Goiás
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Fones:(11) 3083 6237
(11) 8481 9573
(11) 8993 3160
 
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Telefones: (11) 5041-9340 (Sexta a Domingo após as 18 hr) e (11) 6684 0244 (Segunda a Sexta - das 12 as 20 hr)

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(11)2507-0660

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Fone: (11) 3120-4140
 
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Live Review: Leather Faces

Leather Faces rocking
The supposedly dying Brazilian metal
Last Saturday, November 12th, I had the great opportunity of seeing the band Leather Face playing for free under the MASP museum, and ended having a experience beyond the expected! I was very surprised to see the quality of the almost makeshift outsdoors sound set-up made by the band! Two guitars with distinct effects and easy to distinct among each other, a clear and audible vocal, not muffled by the electrical instruments, and a drum kit that did not "lose" its sound, though we were in an open place! I don't see this quality in most of the shows in closed environments (i.e., controlled environment)! The band scored high here! And, of course, nothing of that would be a great thing if the sound were not par, right? But it was. The band started without delay with its first two songs, the extremely energetic Face and Stand up and Rise (with a chorus for the crowd to scream together). The band's sound is a very traditional metal, like Saxon/Judas Priest, with a foot in the 80's power metal (a bit of Accept, Rage...). The highlight goes to the sensation of seeing a metal show that managed to recover a bit of the sensation of an underground sound, for the outcasts, as besides the lots of headbangers watching, there was lots of homeless, who obviously were not metal fans, but it was clear in their faces and their reactions, their happinness in participating of an event without being shooed away. That's it... A show in an open location, gathering a small crowd and with great sound quality. And some still say that Brazilian metal is dying...

Resenha de shows: Leather Faces

Leather Faces detonando
O supostamente agonizante metal brasileiro
Nesse último sábado, 12 de novembro, tive a grata oportunidade de ver a banda Leather Face apresentar-se gratuitamente no vão livre do MASP, e tive uma experiência além da esperada! Me surpreendi e muito ao ver a qualidade da instalação de som montada ao ar livre e quase que no improviso pela banda! Duas guitarras com efeitos distintos e claramente fáceis de distinguir entre uma e outra, vocal bem audível, sem ser sufocado pelo som elétrico e bateria com o som que não se perdia, apesar de estarmos em um lugar aberto! Não vejo essa qualidade na maioria dos shows em lugares fechados (ou seja, ambiente controlado)! Ponto pra banda! E, claro, nada disso seria grande coisa se o som não fosse à altura, né? Mas foi. A banda começou sem demora, já emendando os dois sons, a extremamente energética Leather Face e Stand up and Rise (com o infalível refrão pra multidão gritar junto). O som da banda é um metal tradicionalzão, estilo Saxon/Judas Priest, com um pé fincado no power metal dos anos 80 (um pouco de Accept, Rage...). Destaque para a sensação de ver um show de metal que conseguiu recuperar um pouco da sensação de som underground, para os excluídos, pois além dos montes de headbangers assistindo, havia vários moradores de rua que obviamente não eram fãs de metal, mas ficava visível em seus rostos e suas reações a alegria de estarem por parte de um evento cultural sem serem enxotados e escorraçados. Pois é... Um show em um local aberto, juntando uma pequena multidão e com uma baita qualidade de som. E tem gente que diz que o metal brasileiro está morrendo...

Review: Sistema Sangria - Brasileiro de verdade não tem medo, não

And once again we have here Sistema Sangria. This is their 2005 EP, released via Hardcaos Discos, and it presents an obvious evolution compared to the previous demo. Here, the sound kept and improved the best of its characteristics. What used to be a fast hardcore with punk influences became a crust with grind influences, recalling, at times, Extreme Noise Terror, and other times Dorsal Atlântica on their Straight era. So, gone are the sing-along parts and the Agnostic Front influences, replaced by a drum work that at times borders  death metal, as in the opening title track, and a doubled fierceness in the vocal. Unsurprisingly, I liked this second work much more than the first one. The perfect example of what the word "evolution" REALLY means when applied to a heavy music band!

http://www.myspace.com/sistemasangria/
http://www.reverbnation.com/sistemasangria

Resenha: Sistema Sangria - Brasileiro de verdade não tem medo não

E aqui estamos com o Sistema Sangria novamente. Este é seu EP de 2005, lançado via Hardcaos discos, e apresenta uma evolução óbvia em comparação à demo anterior. Aqui o som manteve e aprimorou as melhores de suas características. O que antes era um veloz hardcore com pitadas punk tornou-se um crust com pitadas grind, lembrando por vezes Extreme Noise Terror e por outras o Dorsal Atlântica na fase do Straight. Assim, foram-se as partes de cantar junto e as influências de Agnostic Front, substituídas por um trabalho de bateria que chega a se aproximar do death metal, como na faixa-título de abertura, e uma ferocidade redobrada do vocal. Previsivelmente, gostei bem mais deste segundo trabalho. O exemplo perfeito do que significa REALMENTE a palavra "evolução" aplicada a uma banda de som pesado!

http://www.myspace.com/sistemasangria/
http://www.reverbnation.com/sistemasangria

Review: Semblant - Behind the Mask

Here we have the EP by Curitiba's Semblant, released online on the day 11/11/11, leveraging a date that was already causing a pretty buzz in the virtual networks. A nice trick. So, what do we have here? Four tracks of a modern gothic metal, allying death growls with female vocals, at times lyrical and other times more natural. Initially, come to mind influences from the Dutch school of metal, more specifically After Forever, bit a more attentive listening reveals a bit less melodic approach by these Brazilians. There is a desirable level of technique, but nothing to become an exhibitionist show-off. They are really musicians putting their skill at the music's and not their ego's service. And they are bold to, in a style traditionally ruled by extremely melodic bands, invest more in the aggressivity, as is greatly shown in the last track, 11:11. Great band, I look forward for their full-lenght!

www.myspace.com/semblant
www.semblant.com.br

Resenha: Semblant - Behind the Mask

Temos aqui o EP da banda curitibana Semblant, lançado virtualmente no dia 11/11/11, aproveitando uma data que já estava causando bastante movimentação nos meios virtuais. Uma boa sacada. E o que temos aqui, então? Quatro faixas de um metal gótico moderno, aliando vocais guturais com vocais femininos, ora líricos, ora mais naturais. Inicialmente, vêm à mente influências da escola holandesa do metal, mais especificamente do After Forever, mas uma audição mais atenta revela uma abordagem um tanto quanto menos melódica por estes brasileiros. Há uma quantidade desejável de técnica, mas nada que se torne um show de exibicionismo. Realmente são músicos usando suas habilidades em favor da música, e não do ego. E tendo a coragem de, em um gênero tradicionalmente dominado por bandas extremamente melódicas, apostar um pouco mais na agressividade, como é mostrado de forma magistral na última faixa, 11:11. Ótima banda, aguardo pelo álbum completo!

www.myspace.com/semblant
www.semblant.com.br

Review: Sistema Sangria - Alienação

This is Sistema Sangria's 2002 demo, with a punk-influenced hardcore, with liberal amounts of agressiveness. There is a healthy Ratos de Porão influence, specially on the vocals, besides something that I can't put my finger at, but that made me think about Agnostic Front. The demo follows a steady pace until its last two tracks, where we start to see some more inventivity: La-la-la, with its lyrics and sing-along nature, and Manipulação, with some more elaborate guitar work that even comes to be surprising. It is not something like Megadeth, and obviously it would not be needed. They make these little experiments, but never fall away from the band's main idea of style. It was certainly a right to the point demo, in the right measure for the fans of a furious, non holds barred hardcore.

http://www.myspace.com/sistemasangria/
http://www.reverbnation.com/sistemasangria

Resenha: Sistema Sangria - Alienação

Esta é a demo de 2002 do Sistema Sangria, apresentando um hardcore bem influenciado por punk, com doses generosas de agressividade. Há uma saudável influência de Ratos de Porão, principalmente nos vocais, além de algo que não consigo definir precisamente que me fez pensar em Agnostic Front. A demo segue uma linha estável até suas duas últimas faixas, onde começamos a ver uma inventividade maior: La-la-la, com sua letra e levada para cantar junto e Manipulação, com umas levadas de guitarra um pouco mais trabalhadas que te pegam de surpresa. Não chega a ser um Megadeth, e nem precisaria, obviamente. Eles fazem esses pequenos experimentos mas não se afastam da ideia central de estilo da banda. Sem dúvida foi uma demo certeira, na medida perfeita para fãs de um HC bem furioso e sem concessões.

http://www.myspace.com/sistemasangria/
http://www.reverbnation.com/sistemasangria

Idea: Opening doors

Hi, guys! Here we are with our first column of ideas. Feel at ease to give your opinions so that we may have a pretty open discussion, no one owns the truth here, ok?

And in today's post follows this mindset: the matter of respecting the other's space. As you may know, or may have at least suspected, I am a Christian, and I try my best to give equal space to both Christian and non-Christian bands in the  zine and I always do what is at my reach for this equality of space to be extended to other factors of the underground culture. And I must say that, if on the one hand I'm happy to see Christian bands being able to make a parte of the underground scenario's venues, on the other hand I regret to see that there is lack of reciprocity by them; whenever I hear about Christian bands playing with non-Christian bands, it ends up being by the initiative of the latter, that open the venues where they use to play, but there is not a return by the Christian bands opening the doors of their churches for non-Christian bands to play. This is outright wrong! The force of the scene is made from the concept that each one has something to add to the other. Christian bands need to stop trying to live a separated scene, only playing sheltered in their ghettos, hindering the access of those who do not share their faith.

In an overview, this is the idea: there is no use in Christian bands willing that the underground scene overall open its doors to them, if they are not themselves willing to open their doors for this same scene. We have to respect to be respected and share what we have with those who share with us.

Do you agree? Disagree? Have I said anything wrong? Is there something missing? Please comment, and lets discuss!

Ideia: Abrindo portas

Olá, pessoal! Aqui estamos com nossa primeira coluna de ideias. Fiquem à vontade para dar suas opiniões e termos uma discussão bem aberta, ninguém aqui é dono da verdade, ok?

E é nessa mentalidade que segue o post de hoje: a questão de respeito ao espaço do outro. Como devem saber ou pelo menos ter desconfiado, eu sou cristão e busco dar igual espaço a bandas cristãs e não-cristãs no zine, e faço o que está ao meu alcance para que essa igualdade de espaço se estenda a outros fatores da cultura underground. E devo dizer, se por um lado fico feliz em ver que as bandas cristãs têm conseguido se integrar nos espaços do cenário underground, por outro lado lamento ver que tem faltado uma certa reciprocidade das mesmas; sempre que fico sabendo de bandas cristãs tocando com bandas não-cristãs, acaba sendo por iniciativa dessas últimas, que abrem os espaços onde normalmente tocam, mas em troca, não ocorre das bandas cristãs abrirem as portas de suas igrejas para que bandas não-cristãs toquem. Isso é totalmente errado! A força da cena é feita do conceito de cada um ter algo a acrescentar ao outro. As bandas cristãs precisam parar de tentar viver uma cena à parte, tocando apenas refugiadas em seus guetos, onde impedem a entrada dos que não partilham da fé.

Em linhas gerais, a ideia é essa: não adianta bandas cristãs quererem que a cena underground, em geral, abra suas portas para elas, se elas não estiverem dispostas a abrir suas portas para a mesma cena. Vamos respeitar para sermos respeitados e compartilhar o que temos com aqueles que compartilham conosco.

Concordam? Discordam? Falei besteira? Faltou algo? Comentem e vamos discutir!

New sections: Venues and Ideas

Greetings, all! This is just a little note to explain the two new sections that I should start updating right tonight. Lets get at them:

- Venues: Various places that open their doors for gigs with underground band. From the rotten bar right the next corner to large-sized show houses, as long as they are opened TO THE UNDERGROUND, and not restricted to the circuit of large-sized producers. If do you know any place that meets this definition, send an e-mail to heder.osny@gmail.com with the following data:

Name of the venue:
Address:
State:
City:
Country:
Reference points:
Contacts:

Thus, whenever one wishes to schedule a gig, he/she only needs to go to the "venues" section, look for a place that meet his needs and contact the person in charge. Simple.

- Ideas: In this section I will publish ideas that I find relevant to share with the readers and leave open for discussion. If you have an idea that you think is equally, or even more, relevant to share, send it to the same e-mail, heder.osny@gmail.com and if I consider it valid to publish, I will do so, giving the due credit and making the due translation into Portuguese, too.

That is all, guys! With these two sections I hope to be able to contribute with a healthy and continued growth of our culture!

Novas seções: Picos e Ideias

Salve, pessoal! Apenas uma breve nota para explicar as duas novas seções que devo começar a atualizar ainda esta noite. Vamos a elas:

- Picos: Locais variados que abram espaço para apresentação de bandas underground. Do boteco podre caindo aos pedaços da esquina, até grandes casas, desde que estejam abertas AO UNDERGROUND, e não restritas ao esquemão de grandes produtoras. Se você conhece algum ponto que se enquadre nessa definição, envie para heder.osny@gmail.com os seguintes dados:

Nome do local:
Endereço:
Estado:
Cidade:
País:
Pontos de referência:
Contatos:

Assim, quando algum camarada quiser marcar um som, é só acessar a seção "picos", procurar algum local que enquadre em suas necessidades e entrar em contato com o responsável. Simples.

- Ideias: Nesta seção publicarei ideias que acho relevante compartilhar com os leitores e deixar abertas para discussão. Caso você tenha uma ideia que ache igualmente ou até mais relevante para compartilhar, mande para o mesmo e-mail heder.osny@gmail.com e caso eu considere que é válido publicá-la, assim o farei, dando os devidos créditos e fazendo a devida tradução para o inglês, também.

É isso, galera! Com essas duas novas seções espero ajudar em um crescimento sadio e contínuo de nossa cultura!

Review: Pospolite Ruszenie - Świebodność

Here we have an interesting band, coming from Poland, with a sound mixing heavy, but not so fast metal with typical instrumenst from medieval Europe (such as flutes, bagpipes, viola da gamba, and so on). The result achieved is quite interesting, in the sense that there is not an attempt to force the use of the more brutal approach to metal. Actually, the medieval instruments are what build the music, and the set guitar/drums/bass is seen on the background, as well as the growling vocals, that come up only in given parts and leaves the lead to a male, clean and low vocal. It is not effectively folk as  Eluveitie, Ensiferum or Moonsorrow, actually, it even manages to sound kind of "urban", but urban in the sense of a XIV century city, for instance, an approach quite similar to that of old Dark Reality. After all, a cool single, straight to the point. This is not something too extreme, thus, it is a good entry way for those who are not used to the genre and is willing to know something different. And just to clarify a question that I had about the band: They are not actually a Christian band, as some have thought, but they simply follow the thematic of putting medieval Polish poetry to music, and in the medieval times, like you or not, art and religion went hand in hand. So here is the warning, both for the Christians that refuse to listen to secular bands and to the non-Christian that walks away from anything Christian.

Links:

http://pospolite.ruszenie.pl/home.html
http://www.myspace.com/pospoliteruszenie

Resenha: Pospolite Ruszenie - Świebodność

Temos aqui uma banda interessante, oriunda da Polônia, com um som mesclando metal pesado, mas não muito veloz, com instrumentos típicos da Europa medieval (como flautas, gaitas de fole, viola da gamba e por aí vai). O resultado obtido é interessante, no sentido que não se tentou forçar uma aproximação do enfoque mais brutal do metal. Na verdade, são os instrumentos medievais que constroem a música e o conjunto guitarra/bateria/baixo comparece em segundo plano, bem como o vocal gutural, que surge apenas em determinados trechos e deixa a direção a cargo de um vocal masculino limpo e grave. Não chega a ser folk como um Eluveitie, Ensiferum ou Moonsorrow, na realidade, soa de certa forma "urbano", mas urbano do século 14, digamos, uma abordagem um tanto quanto semelhante ao velho Dark Reality. Enfim, um single legal, direto ao ponto. Não é nada de muito extremo, portanto é uma boa porta de entrada para quem não é acostumado com o gênero e está disposto a conhecer coisas novas. Ah, e para esclarecer algo que eu fiquei em dúvida com relação à banda: Não se trata de uma banda cristã, como pensaram alguns, mas simplesmente eles seguem a temática de musicar poesias polonesas medievais, e na época medieval, goste ou não, a arte e a religião andavam juntas. Fica o aviso, tanto para o cristão que se recusa a ouvir bandas seculares quanto para o não cristão que passa longe de qualquer coisa cristã.

Links:

http://pospolite.ruszenie.pl/home.html
http://www.myspace.com/pospoliteruszenie

Release: [Maua]

[maua] is a thrash/technical death metal band formed in Aracaju/SE-Brazil by Erico Groman (vocals), André Cabral (guitar), Maha Feitosa (guitar), Jess Webb (bass), Diego Gonçalves (drums).
In mid-2009 the EP entitled "Conscience" was released, bringing 5 heavy tracks merged with rhythmic/grooved sound. Since then, the band have been playing many local gigs and also around the northeast of Brazil having a very good reception in the rock/metal scene. Now [maua] is working on a new full length album which has no release date yet, but planning on the end of 2011 or beginning of 2012, so stay tuned. 
 
links:
 
 
 
Contato:
André Cabral
(79) 8811-0533

Release: [Maua]

[Maua] é uma banda de thrash metal / technical death metal formada em Aracaju / SE-Brasil por Erico Groman (vocal), André Cabral (guitarra), Maha Feitosa (guitarra), Jess Webb (baixo), Diego Gonçalves (bateria).
Em meados de 2009, o EP intitulado "Conscience" foi lançado, trazendo cinco faixas pesadas mescladas com trabalho de pesquisa rítmico/groove. Desde então, a banda tem tocado em muitos locais e também em todo o Nordeste do Brasil tendo uma recepção muito boa na cena rock / metal. Agora [maua] está trabalhando em um álbum novo e completo que não tem data de lançamento ainda, mas planejando para o final de 2011 ou início de 2012, portanto, fique atento.
 

Entrevista: Endimion (Chile)

Olá, Matias! Em primeiro lugar, gostaria de apresentar a banda aos nossos leitores?
Bom, o Endimion é uma banda Doom Death do Chile, nascida em 2005. Nossa música se encaixa no antigo Doom Death, como o trio da Peaceville no começo, mas com várias influências do Black, Death e Doom Metal mais recente, além de um pouco de rock ... é uma convergência de vários elementos!

Quais são as principais influências da banda?

Mmmmh, é difícil dizer... Como já falei, há muita influência do que faziam o My Dying Bride e o Anathema no início, nossas primeiras músicas (as que aparecem no álbum) são notavelmente influenciadas por essas bandas, essas músicas têm mais de 5 anos cada! Mas atualmente estamos explorando outros sons; extraindo elementos do punk, do prog metal, sem perder a essência Death Doom que nos levou a criar o Endimion, isso é algo que será refletido em um próximo álbum.

A banda está lançando o seu primeiro álbum completo, Cancion desde la voz primera. Fale um pouco sobre o álbum. Há planos de sair em turnê com ele? Talvez até tocar no Brasil?

É isso mesmo, nosso primeiro álbum é meio que um processo de fechamento, quisemos capturar as músicas que originaram a banda, que são como hinos que soaram 5 ou 6 anos atrás, quando acabávamos de sonhar em fazer um show… uma vez.
Quanto a uma turnê com este álbum, me parece difícil; planejamos alguns shows em nossa cidade (Concepción) e mais alguns em Santiago. Nós não temos os meios de sair do país para promover nosso material. Se alguém quiser nos ajudar a ir para o Brasil, não teremos problemas! É só avisar, hehehehe.

A capa do debut da banda
O Chile parece ter uma cena metálica bem saudável, especialmente com relação ao doom metal. Como você vê essa cena em comparação com países vizinhos como Brasil, Argentina, Peru, etc?

Creio que a cena Doom Metal na América Latina está ganhando cada vez mais força, porém, os países que causam esse movimento são o Chile, o Peru e o Brasil; esses três países possuem uma cena bem forte! Em outros países há outras cenas fortes de metal, a Argentina não tem muito Doom, nem a Venezuela, a Bolívia, etc.
Eu não sei como funciona no Brasil, mas no Peru, a comunidade doom metal é bem organizada, e aqui no Chile também há organizações que fazem festivais de doom metal que podem se tornar referência para a América do Sul, temos a sorte de ter muitas bandas do estilo em nosso país, algumas das quais são reconhecidas internacionalmente, como o Mar de Grises, Poema Arcanus, Lapsus Dei… entre muitas outras.

Como funciona a cena chilena? Há um senso de união entre as bandas ou eles são cada uma por si?

Como eu disse, somos um pouco organizados, fazemos shows médios, onde podemos divulgar novas bandas e curtir as clássicas. Há comunicação entre várias bandas, muitas delas são amigas, também há uma comunidade chilena de doom metal, onde temos um cadastro bem completo da cena doom metal nacional. Ele está temporariamente hospedado em www.doomdeathanddarkness.tk.... Dê uma passada por lá!!

Você também tinha um projeto de poesia, o Gruntode. Ele ainda está na ativa?

Sim, o Gruntode permanece na ativa, apenas está dando uma respirada, logo uma nova coletânea de poesias urradas com som acústico (talvez não tão acústico) verá a luz do dia. Ela surpreenderá os poucos que conhecem o projeto...

O que você vê como as principais dificuldades aqui na América do Sul para que tenhamos uma cena mais forte e participativa?

Acho que a principal dificuldade é a distância geográfica entre um país e o outro...  e mesmo dentro dos países, a distância entre as cidades. Esses fatores podem influenciar um movimento como o da Europa, onde cada país é como uma cidade em um país lationo-americano, então é bem fácil fazer um show internacional. Por exemplo, se o Endimion fosse tocar no Brasil, viajando por terra levaríamos mais de 36 horas! E de avião, seria terrivelmente caro!
Creio que a primeira coisa seja fortalecer as cenas locais, fazendo com que cada país tenha seu próprio circuito, e depois disso, começar a expandir, juntos. Se não houver cenas locais organizadas, dificilmente haverá uma cena latino-americana unida.

Você pode dar suas opiniões sobre o cristianismo e o metal cristão? Você acha possível que uma banda seja sincera ao mesmo tempo sobre o metal e sua fé?

Pessoalmente, eu não tenho nada contra o cristianismo, embora eu não concorde com suas crenças; cada pessoa é livre para seguir o que mais lhe satisfaz. Quanto ao metal cristão, eu creio que uma banda pode expressar sua fé através do metal, creio que a música, o que quer que seja, é a melhor maneira de expressar um pensamento, uma ideologia ou sentimentos. E se existe um metal satânico, supõe-se que também haja um metal cristão.

Bom, Matias, obrigado pelo seu tempo e sua atenção, fique à vontade para deixar algumas palavras para nossos leitores!

Ok! Obrigado pelo seu tempo e tudo de bom para os leitores do The Book Zine, e espero que curtam nossa música. Doom On!

Interview - Endimion (Chile)

Hello, Matias! First of all, can you introduce the band to our readers?
Well, Endimion is a Doom Death band from Chile, born in 2005. Our music can be seen in the Old Doom Death, as the Peaceville trio in the beginning, but with many influences from the most current Black, Death and Doom Metal, and some rock ... it is a convergence of many things!

What are the band's main influences?

Mmmmh, it is hard to answer ... Like I said, there is much influence by what was My Dying Bride and Anathema in the beginning, our first songs (those that appear in the album) are markedly influenced by those bands, those songs have more than 5 years each! But we are currently exploring other sounds; extracting elements of punk, progressive metal, without losing the essence Death Doom that led us to create Endimion, this will be reflected in an upcoming job.

The band is now launching its first full-lenght, Cancion desde la voz primera. Tell us a little about the album. Are there plans to tour with the album? Maybe even playing in Brazil?

That's right; our first album is kind of a closure process, which we wanted to capture the songs that gave rise to the band, which are like hymns that vibrate 5 or 6 years ago, when recently dreamed to play some concert…once.
About a tour with this album, I see it difficult; we planned a couple of concerts in our city (Concepción) and a few in Santiago. We do not even have the means  to leave the country to promote our material. If someone wants to help us come to Brazil we have no problem! Just let us know, jejejeje.

The band's debut cover
Chile seems to have a pretty healthy metal scene, specially regarding doom metal. How do you see it compared with neighbor countries like Brazil, Argentina, Peru, etc?

I think Doom Metal scene in Latin America is gaining more and more force, however, the countries that are causing this movement are Chile, Peru and Brazil; these three countries have a very powerful scene! In other countries there are other strong as metal, Argentina does not have much Doom, nor Venezuela, Bolivia, etc.
I do not know how they work in Brazil, but in Peru the doom metal community is very organized, and here in Chile there are also organizations making doom metal festivals that may become reference for South America, we are fortunate to have many bands of the genre in this country, some of them internationally renowned as Mar de Grises, Poema Arcanus, Lapsus Dei…amongst many others.

How the Chilean scene works? Is there a sense of union among bands or they are each on their own?

Like I said, we are slightly organized, making mid-sized concerts, where we can expose new bands and enjoy classic bands. There is communication between many bands, with several of them are friends, there is also a Chilean community of doom metal, where we have a very complete cadaster for national doom metal scene, it is housed in www.doomdeathanddarkness.tk momentarily .... Visit it!!

You also used to have a poetry project, Gruntode. Is this still active?

Yes, Gruntode still active, just resting a while, soon a new collection of poetry and tune acoustic grunts (perhaps not so acoustic) will see the light. It will surprise the few people who know the project ...

What do you see as the main difficulty here in South America for us to have a stronger and more participative scene?

I think the main difficulty is the geographical distance between one country and another ... and even within countries, the distance between cities. These factors can generate a movement like that of Europe, where every country is like a city on a Latin American country, so it is very easy to make an international recital. For example, if Endimion would like to play in Brazil, traveling by land would be more than 36 hours! And to do it by plane, it would be horribly expensive!
I think the first thing is to strengthen local scenes, making each country have its own circuit, and after that, start to expand, together. If there is no organized local scene, there will hardly be a United Latin American scene.

Can you give us your opinions about christianism and christian metal? Do you see it as possible to a band to be sincere both about metal and its faith?

Personally I have nothing against Christianity although I do not share their beliefs, each person is free to follow that which satisfies. As for the Christian metal, I do think that a band can express their faith through the metal, I think the music, whatever it is, is the best way to express a thought, an ideology or feelings. And if there is a satanic metal, it also assumes that there is a Christian metal.

Well, Matias, thanks for your time and attention, feel free to leave some words for our readers!

Ok! Thanks for your time, and readers of The Book Zine, best regards and hope you enjoy our music. Doom On!