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Review: Mythological Cold Towers - Immemorial

Mythological Cold Towers (or MCT, for practicality's sake) is one of the more interesting bands in the Brazilian doom metal scene, always treasuring the quality in their works, and what is displayed here in their foruth album is not an exception to the rule. Seven tracks of an epic and melodic death/doom of truly monumental proportions. Indeed, I would say that if the album has one flaw, it is its nature, somewhat repetitive in some moments. At times it is a little difficult to make difference between songs if the listener has not his attention fully centered on the listening, but even that is understandable, since this is a work supported by sound subtlety, not exactly on crushing heaviness and unbridled brutality. This last part of the review may make it seem a negative point of the album, but the truth couldn't be more different. This somewhat repetitive nature and sound subtleties are what make this album one of long life, something that may and should be listened to several times to capture details that do not call your attention at first notice. Finally, this is a sound for those who REALLY enjoy doom, this is not simply something to put on your random playlist and then just skip to the next track. Highly remmeded.

Resenha: Mythological Cold Towers - Immemorial

O Mythological Cold Towers (ou MCT, em nome da praticidade) é uma das mais interessantes bandas doom do cenário nacional, sempre primando pela qualidade em seus trabalhos, e o que é mostrado aqui neste seu quarto trabalho não foge à regra. Sete faixas de um death/doom épico e melódico de proporções realmente monumentais. De fato, se o álbum sofre de um defeito, eu diria que é sua natureza um tanto quanto repetitiva em alguns momentos. Às vezes fica meio difícil diferenciar entre as músicas se o ouvinte não estiver com sua atenção totalmente centrada na audição, mas, até aí, é algo compreensível, uma vez que é um trabalho que se sustenta em sutilezas sonoras, não exatamente em peso esmagador e brutalidade incontida. Essa última parte da resenha pode fazer parecer um ponto negativo do álbum, mas não poderia estar mais longe da verdade. Essa natureza um tanto repetitiva e as sutilezas sonoras tornam este um álbum com longa vida útil, algo que pode e deve ser ouvido várias vezes para captar os detalhes que não saltam aos ouvidos logo de cara. Enfim, som para quem REALMENTE curte doom, não para simplesmente colocar qualquer coisa na playlist aleatória e passar para a próxima faixa. Altamente recomendável.
http://www.myspace.com/mythologicalcoldtowers/

Review: Toxic War - The Return of the Toxic

It is a good thing being innovative, but this is not always an essential condition for a great work. And this is the message conveyed by Toxic War in this EP condensating in 20 minutes seven tracks of an angry thrash metal that brought to mind names like Sodom and some of the 80ies hardcore/crust in its initial stage. The instrumental of songs as Toxic War, Guerra Eterna and Gates of Evil bring to mind some classic names, as Dorsal Atlântica, Discharge and Minor Threat, besides the aforementioned Sodom, while the vocal performance in the whole work resembles the equally classic Nausea, for instance. Finally, as I said, the strenght in this work is not the originality, but a very clear idea of what the band intends to do and a firmness of will to, when accomplishing this well defined intent, we have an enjoyable result for metallic tastes. And THIS is what matters, right?

http://www.myspace.com/toxicwarmetal

Resenha: Toxic War - The Return of the Toxic

Ser inovador é bom, mas nem sempre é uma condição essencial para um trabalho bom. É essa a mensagem passada pelo Toxic War neste seu EP que destila em 20 minutos sete faixas de um thrash raivoso que me lembrou bem nomes como Sodom e um pouco do hardcore/crust dos anos 80 em sua fase inicial. A levada instrumental de sons como Toxic War, Guerra Eterna e Gates of Evil trazem à mente nomes clássicos como Dorsal Atlântica, Discharge e Minor Threat, além do já citado Sodom, enquanto a performance do vocal no trabalho inteiro lembra do também clássico Nausea, por exemplo. Enfim, como disse, o ponto forte do trabalho não é originalidade, mas sim uma noção bem clara do que a banda se propõe a fazer e uma firmeza de propósito suficiente para que ao cumprir essa proposta bem definida tenhamos um resultado agradável ao gosto metálico. E é ISSO que importa, certo?

http://www.myspace.com/toxicwarmetal