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Review: Saint Spirit - Vanitas Vanitatum

An overwheming heatwave. There can't be anything more fit to review in this weather than an death/thrash metal EP with modern hints, right? Oh, and just to add to the heatwave mood, the band comes from Rio de Janeiro. All according to the plan, I suppose...
Well, as mentioned above, Saint Spirit here shows a nice death/thrash with some dashes of hardcore and modern metal. Something like a somewhat faster Pantera with vocal more inclined to guttural. All the tracks are tightly knit, both in terms of composition and execution, as is expected from a veteran band. I'll not risk pointing this or that instrument as a highlight in the album, I see it more as an ability to work as a single, well-oiled machine. And this is the meaning of playing in a band, after all, right?

Resenha: Saint Spirit - Vanitas Vanitatum

Calor devastador. Nada mais adequado para resenhar nesse clima que um EP de death/thrash metal com pegadas de hardcore e metal moderno, não? Ah, e só para adicionar ao tema do calor, a banda é do Rio de Janeiro. Tudo de acordo com o plano, creio eu...
Bem, como dito acima, o Saint Spirit aqui mostra um belo death/thrash com ligeiras pegadas hardcore e de metal moderno. Algo como um Pantera mais acelerado e com vocal mais puxado para o gutural. Todas as faixas são bem costuradas, tanto em termos de composição quanto de execução, coisa típica de banda veterana. Não arrisco citar este ou aquele instrumento como um destaque no álbum, vejo mesmo mais uma capacidade de funcionar como uma única máquina bem lubrificada. E, afinal, é esse o sentido de tocar em uma banda, certo?

Review: Skeletal Spectre - Occult Spawned Premonitions

Rotten death/doom metal. Gruesome and guttural, with more emphasis to the death side of the style than to the doom side. Sometimes I miss this kind of sound! The play opens with Scalped, with a groove that even resembles a bit of Sepultura's Refuse/Resist. I mean, only until the band slam the brakes and the female voice by Vanessa Nocera kick in. The lady's voice is a chapter in itself. Instead of following melodic/gothic paths, as would be expected from a female voice in a doom album, she adopts an approach recalling classic doom singers, as Wino, Ozzy, Lee Dorrian and Bobby Liebling. Together with this, we have the grotesque vocal by Behold the Pentagram (also in charge for bass and guitar in the recording) and th drum by  Haunting the Beyond. The instrumental has a nice influence from early 90's Swedish death metal, more specifically Entombed and Hypocrisy, and they manage to keep very well the punch of faster parts (which are not rare!). Other than the aforementioned Scalped, obvious highlights are the tracks Raw Head & Bloody Bones (with an impressive groove) and the tetric Domain of the Fleshless One, that closes the album. Finally, a great band that manages to keep  death/doom alive and to show it is still possible for the style to create works of unchallenged weight and brutality.
http://www.myspace.com/skeletalspectre

EDIT: According to the band itself, I commited a blunder here, since Vanessa is the band's ONLY vocalist, both for clean vocals and growls. Sorry for the mistake, guys!

Resenha: Skeletal Spectre - Occult Spawned Premonition

Death/doom metal podre. Grotesco e cavernoso, com ênfase maior ao lado death do estilo do que ao lado doom. Às vezes me faz falta esse tipo de som! O play abre com Scalped, com uma levada cadenciada que lembra um pouco Refuse/Resist do Sepultura. Isto é, até a banda tirar o pé do acelerador e os vocais femininos de Vanessa Nocera entrarem em cena. A voz da moça é um capítulo à parte. Em vez de seguir por caminhos melódicos/góticos como é o comum quando se trata de voz feminina em um álbum doom, ela segue uma abordagem reminiscente de vocalistas de doom clásico, como Wino, Ozzy, Lee Dorrian e Bobby Liebling. Aliado a isso temos o grotesco vocal de Behold the Pentagram (também responsável pelo baixo e guitarra na gravação) e a bateria de Haunting the Beyond. O instrumental tem uma bela influência do death metal sueco do início dos anos 90, mais especificamente Entombed e Hypocrisy, e conseguem manter muito bem o pique das partes mais velozes (que não são poucas!). Além da já citada Scalped, os destaques óbvios são as faixas Raw Head & Bloody Bones (com um groove impressionante) e a tétrica Domain of the Fleshless One, que fecha o álbum. Enfim, uma ótima banda que trata de manter o death/doom vivo e mostrar como ainda é possível, sim, o estilo render peças de peso e brutalidade incontestáveis.
http://www.myspace.com/skeletalspectre


EDIT: De acordo com a própria banda, eu dei uma vacilada aqui, pois Vanessa é A ÚNICA vocalista da banda, responsável pelos vocais limpos e pelos urros. Minhas desculpas pelo engano, pessoal!

Review: Cãimbra - É tudo uma mentira

Sludgecore. A style that little by little, always in a discrete and solid manner, have been earining its space in Brazilian lands. Cãimbra here is a nice example of this swampy sound that finds a way to throw its roots along the asfault oceans in the city of São Paulo. This 5-tracks EP presents what is expected from the style: low and heavy riffs, very slow and even plodding, with nice influences from Black Sabbath and from the roots of doom metal, alternating with fast parts directly inherited from punk rock, besides a vocal at times clean, other times raspy, but always expressing a feeling of angry frustration, another lending from punk rock. For those who are not much familiar with the style, this play is a great entry point to have a notion of what to expect of other names in the style, such as Soylent Green and Crowbar. And for those who already enjoy the style, the mention of the bands above should serve as an encouragement for the listening.

EP Download:

Resenha: Cãimbra - É tudo uma mentira

Sludgecore. Um estilo que surge e conquista seu espaço pouco a pouco, de maneira sempre discreta e cada vez mais sólida. O Cãimbra aqui é um belo exemplo desse som pantanoso que encontra um jeito de fincar raízes em meio aos oceanos de asfalto da cidade de São Paulo. Este EP de 5 faixas apresenta o que se espera do estilo: riffs pesados e graves, bem lentos, até mesmo arrastados, com uma bela influência do Black Sabbath e do doom metal de raiz, alternado com partes aceleradas herdadas diretamente do punk rock, além de um vocal às vezes limpo, às vezes rasgado, mas sempre expressando uma sensação de frustração raivosa, também um empréstimo do punk rock. Pra quem ainda não é muito familiar com o estilo, este play é uma ótima porta de entrada para ter noção do que esperar de outros nomes do estilo como Soylent Green e Crowbar. E para quem já curte o estilo, bom a menção das bandas citadas como referência já deve servir como um estímulo à audição.

Download do EP:

Review: Instinct Hate - Vivendo o Caos

This is a demo that had a great potential to be an awesome material. Here we have a very furious and  fast hardcore (six tracks in about seven minutes), in the vein of early Discharge, before the development of crust and d-beat, with a discrete hint of Motorhead and Portuguese lyrics. But the problem here, that prevents this potential to be made concrete is right on the recording quality. The problem is not sounding dirty (which is actually great for the style), but all the instruments are saturated, specially the vocal. And this is a shame, it is a loss seeing such a cool band being harmed by a technical matter. I hope that in future materials they become able to solve this little problem, it would be really worthy!

Resenha: Instinct Hate - Vivendo o Caos

Esta é uma demo que tinha um belo potencial de ser um material de peso. Temos aqui um hardcore bem nervoso e veloz (seis faixas em quase sete minutos), na veia do Discharge de início de carreira, antes do desenvolvimento do que seria o crust, com uma discreta pitada de Motorhead e letras em português. O problema, que faz com que esse potencial não se realize é justamente a qualidade da gravação. O problema não é o som estar sujo (isso é até legal para o estilo), mas os instrumentos estão todos saturados, principalmente o vocal. E isso é uma pena, é um desperdício ver uma banda legal como esta prejudicada por uma questão técnica. Espero que em próximos materiais eles consigam corrigir este probleminha, vale a pena!

http://www.myspace.com/instincthateband

Review: HB - The Battle of God

Well, I am sorry to say, but I did not like this album too much. This finnish band comes from a solid and consistent career, always keeping its style within a hard rock scope (in some moments with more inclination towards  metal), with plenty of presence of symphonic keyboards (which sometimes even sound a somewhat gothic) and female vocals. A strong influence of their famous country mates from Nightwish can be seen here. Quality is not missing here, indeed. Finally, the problem is not the band, its me myself, since I am not too much an enthusiast of this genre. Lovers of the style (who probably already know well this band, since it is not exactly a new one) may check this work without any fear.

http://www.hbmusic.net/
http://www.myspace.com/hbmetal
https://www.facebook.com/pages/HB-official-/149236541794296

Resenha: HB - The Battle of God

Bom, lamento dizer, mas não gostei muito deste álbum. A banda finlandesa vem de uma carreira sólida e consistente, sempre mantendo seu estilo dentro de uma esfera de hard rock (em alguns momentos com uma maior inclinação para o metal) com bastante presença de teclados sinfônicos (que em alguns momentos chegam a soar um tanto góticos) e vocais femininos. Percebe-se uma influência forte de seus conterrâneos mais famosos do Nightwish. Qualidade não é o que falta aqui, de fato. Enfim, o problema não é a banda, sou eu mesmo que não sou lá muito fã desse gênero. Admiradores do estilo (que provavelmente já devem conhecer e muito bem esta banda, uma vez que ela não é exatamente nova) podem ficar tranquilos para conferir este trabalho.

http://www.hbmusic.net/
http://www.myspace.com/hbmetal
https://www.facebook.com/pages/HB-official-/149236541794296