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Live Review: Total War, March 25, 2012

Corporate Death
Insanity Force
This will be less of a review and more of a brief comment on this short and interesting concert. We started up with me getting late and losing the first band, Guarulhos' Anarkhon, which according to the words of people present, made a nice death metal including a Slayer cover. Next, we had the second band, Corporate Death, that played without the presence of their bass player and were noticeably harmed with this, as a good low-end base was missed for the guitar arrangements. A shame, since the tone they used is everything I like to hear in a death band. Overall, the band's sound has some similarity with The Black Dahlia Murder, even in the use of generously distributed breakdowns (fortunately, at least in this part the guitar had not its heaviness compromised).
Next, we had Insanity Force, with the premiere of their new vocalist, playing very well their death/grind that reminded me much of Realms of Chaos-era Bolt Thrower. Their presentation was very short (as well as those of the other bands, by the way), but it was possible to see clearly that the band is playing tight and has no problems to keep up to the quality presented in their demo.
As I told, it was more a brief comment than a review properly, but I could not miss to mention an event of bands that struggle in the underground, neither could I fail to mention how great of an idea it was to keep the bands with SHORT set lists to not harm those who (like me) needed public transportation to get home after the show.

Resenha de Show: Total War, 25 de março de 2012

Corporate Death
Insanity Force
Isto será menos uma resenha e mais um breve comentário sobre esse pequeno e interessante show. Já começamos comigo chegando atrasado e perdendo a primeira banda, o Anarkhon de Guarulhos, que de acordo com o testemunho de presentes, fez um bom death metal com direito a cover de Slayer. Então partimos para a segunda banda, o Corporate Death, que tocou desfalcado de baixista e foi deveras prejudicado por isso, pois realmente fez falta uma base forte para os arranjos de guitarra, o que é uma pena, pois o timbre usado pelos caras tem tudo aquilo que gosto de ouvir numa banda de death. No geral, o som da banda tem uma certa semelhança com The Black Dahlia Murder, inclusive no uso de breakdowns distribuídos generosamente (pelo menos nessa parte o peso da guitarra não foi comprometido, felizmente).
Em seguida, tivemos o Insanity Force, estreando sua nova vocalista, e mandando ver bem com seu death/grind que lembrou-me bem o Bolt Thrower na época de Realms of Chaos. A apresentação foi curta (como as das outras bandas também, por sinal), mas deu para ver claramente que a banda está afiada e mantém sem problemas a qualidade apresentada em sua demo.
Como já avisei, isto foi realmente mais um breve comentário do que uma resenha propriamente, mas não podemos deixar um evento de bandas que batalham o underground passar desapercebido, nem deixar de mencionar que foi uma ótima sacada manter as bandas com sets CURTOS para não prejudicar quem (como eu) dependia do transporte público para voltar para casa depois do show.

Resenha: Asphyx - Deathhammer

O que acontece quando uma banda veterana e conceituada lança um álbum novo? Essa é uma pergunta que tem várias respostas. Às vezes a tal banda lança um trabalho morno, repetitivo. Outras, trata de se reinventar com uma virada de 180 graus, o que pode render resultados desde a completa rejeição por seu público até um crescimento que leva o próprio ouvinte a crescer. E, claro, não podemos esquecer a terceira possibilidade: bandas que em algum momento encontraram sua identidade e se mantém lançando álbuns consistentes com essa identidade, nunca deixando de transmitir excitação e paixão pela música, mesmo após muitos anos de trabalho. E, para a surpresa de absolutamente ninguém, é nessa categoria que se enquadra esta último álbum do Asphyx. Temos aqui um death metal tradicionalzão, semelhante a alguns momentos do Dismember (principalmente na seção rítmica), alguma influência doom bem discreta aqui e ali, como em We Doom you to Death (com um título desses, seria inevitável) um pouco de thrash, como na faixa Of Days When Blades Turned Blunt, com uma introdução que chega a parecer Slayer afinado uma oitava abaixo, ou mesmo um pouco de punk, como na empolgante faixa-título, em que vocal de Martin Von Druunen dá um show. Enfim, um belo trabalho para fãs do death tradicional, que sabem apreciar todas as influências de todas as facetas do metal que moldaram o estilo.

Review: Asphyx - Deathhammer

What happens when a veteran and well-reputed band releases a new album? This question has several answers. Sometimes, the said band releases a bland, repetitive work. Others, it manages to reinvent itself with a 180 degrees turn, which may result in the full rejection by its audience or a growth that makes even the listener himself grow up. And, of course, we cannot forget the third possibility: bands that in a given moment found their identity and keep releasing albums that are consistent with this identity, never failing to convey excitement and passion for the music, even after many years of work. And, for the surprise of absolutely no one, this last album by Asphyx fits right into this category. Here we have a very traditionall death metal, similar to some moments of Dismember (specially in the rhythm section), with some very discrete doom influence here and there, such as in We Doom you to Death (it would be unavoidable with such a title) a bit of thrash, as in Of Days When Blades Turned Blunt, that features an intro that sounds as a downtuned Slayer, or even some bit of punk, as in the exciting title track, where  Martin Von Druunen's vocals are a show of their own. Finally, a great work for traditional death metal enthusiasts, who are able to appreciate all the influences of all faces of metal that shaped the genre.

Live Review: In Grind we Crust #1

First of all, allow me to start this review with my apologies for not being able to arrive with time to witness the event in its entirety, though I was so eager to appear. Due to several reasons (including following a wrong path) I ended up arriving after more than a half of the event having occurred. But keeping myself loyal to my mission, here I am with my report on what I witnessed. So, lets go to the show.
Reiketsu
The first band I saw was Reiketsu, a band which I was not familiar until then, coming from the countryside of São Paulo with a metal-laden  hardcore, in some points bringing to mind Living Sacrifice, in others Undying, in others Hatebreed, and in yet other, 90ies-era Napalm Death. A cool and skillful blending of hardcore speed and raw metallic weight, that was deeply praised by the attendees.
Atos de Vingança
After a brief break, we had the guys from Atos de Vingança, bringing joy to the present punk crowd with their fast and violent hardcore crust. They played songs from their two demos along with new material and finished with the cover/Portuguese version for S.O.D.'s "United Forces", that became  "Unindo Forças"(it is worthy mentioning that this version was initially recorded by Melody Monster, the other band of the drummer Marcello Kaskadura, which makes this version by Atos de Vingança a re-cover!).
Armagedom
After Atos de Vingança, the crowd (me included) waited eagerly for the arrival of Armagedom, a historic and veteran Brazilian crust band, and I should say that their sound in the current stage is much different from what I expected. Today's Armagedom has much more of thrash metal and even a bit of traditional heavy metal than its initial style heavily influenced by Discharge (though, on the other hand,  Discharge itself in one moment was more leaned towards metal, so I believe that even in the lack of influence, the influence is still present.). Apart from expectations, the band's sound is far from being disappointing, actually it is inspiring seeing a veteran band that keeps its energy and spirit even in songs bordering  30 years.
Finally, a memorable night, that would certainly be even better if I was able to follow it from the beginning, but that's how life is. We can only enjoy that in which we are present. So, it is more valid enjoying than complaining about what we couldn't do, right?

Resenha de Show: In Grind we Crust #1

Em primeiro lugar, permitam-me iniciar esta resenha com um belo de um pedido de desculpas por não ter chegado a tempo de presenciar o evento em sua totalidade, apesar de estar tão ansioso por comparecer. Por motivos variados (inclusive errar o caminho) acabei chegando após mais da metade do evento já ter ocorrido. Mas permanecendo fiel à minha missão, cá estou com meu relato sobre aquilo o que vi. Então vamos ao show.
Reiketsu
A primeira banda que vi foi o Reiketsu, banda com a qual eu não estava familiarizado até então, vinda do interior de São Paulo trazendo um hardcore crust bem metalizado, em alguns momentos lembrando Living Sacrifice, em outros o Undying, outros Hatebreed e em outros ainda, a fase anos 90 do Napalm Death. Uma mistura legal e caprichada de velocidade hardcore e peso bruto metálico, que foi muito elogiada pelos presentes.
Atos de Vingança
Após um breve intervalo, tivemos o pessoal do Atos de Vingança, fazendo a alegria da massa punk presente com seu hardcore crust violento e acelerado. Tocaram sons de suas duas demos juntamente com material inédito, e concluíram o cover/versão em português para "United Forces" do S.O.D., aqui transformada em "Unindo Forças"(cabe mencionar que essa versão foi inicialmente gravada pelo Melody Monster, a outra banda do batera Marcello Kaskadura, tornando essa versão do Atos de Vingança um re-cover!).
Armagedom
Após o Atos de Vingança, a platéia (eu incluso) aguardava ansiosa pela entrada do Armagedom, histórica banda crust brasileira veterana, e devo dizer que o som deles na fase atual está bem diferente daquilo que eu esperava. O Armagedom de hoje tem muito mais de thrash metal e até um pouco de heavy tradicional do que seu estilo inicial nitidamente influenciado por Discharge (se bem que por outro lado o próprio Discharge em algum momento tendeu para o metal, então creio que até na falta de influência a influência ainda está lá.). Expectativa à parte, o som da banda não desaponta, longe disso, e chega a ser inspirador ver uma banda veterana que mantém seu pique e agressividade mesmo em músicas beirando seus 30 anos.
Enfim, uma noite memorável, que certamente teria sido melhor ainda se eu tivesse acompanhado-a do começo, mas a vida é assim. Só podemos aproveitar aquilo em que estamos presentes. Então é mais válido aproveitar do que reclamar do que NÃO conseguimos, certo?

Review: 4 way split - Faccion Terrorista Ódio ao Sistema

And here we are with a nice split with 4 hardcore bands from the city of São Paulo (Ódio Social, Sistema Sangria, Facción de Sangre and Ação Terrorista). The album has great production values, and it will be a sure hit for those who enjoy a no-frills hardcore that manages to be well-polished at the same time. Each of the bands has their own particularities, but overall we see a given regularity of styles, a blende of genres like New Yorker hardcore, punk rock, crust and even thrash and death metal. On the one hand, this is good, it shows a good command of instruments and songwriting by each band, but on the other, it ends up turning the hearing in something somewhat confused at times, a problem that ends up more serious due to the fact of the four bands having their songs in an alternating order, and not divided in blocks. Indeed, I believe it would be much easier to differentiate the bands if not for this detail. Out of this small issue, this is a great album that deserves the attention of any enthusiast of heavy and aggressive sound.
Contacts:

Resenha: 4 way split - Facção Terrorista Ódio ao Sistema

Aqui estamos com um belo de um split com 4 bandas hardcore da cidade de São Paulo (Ódio Social, Sistema Sangria, Facción de Sangre e Ação Terrorista). O álbum é muito bem produzido e cairá em cheio no gosto de quem curte um hardcore muito caprichado e ao mesmo tempo sem frescura. Cada uma das bandas tem lá suas particularidades, mas no geral percebe-se uma certa regularidade de estilos, uma mistura de gêneros como o hardcore nova-iorquino, o punk rock, o crust e até o thrash e o death metal. Por um lado isso é bom, mostra um bom domínio dos instrumentos e das composições por cada banda, mas por outro acaba tornando a audição um tanto quanto confusa, de vez em quando, um probleminha que acaba se agravando pelo fato das quatro bandas terem suas músicas intercaladas, e não divididas em blocos. Realmente, suponho que seria mais fácil diferenciar as bandas se não fosse por isso. Fora esse pequeno porém, um ótimo álbum, que merece a atenção de qualquer fã de som pesado e agressivo.
Contatos:

Review: Nightwish - Imaginareum

Let's take this out of the way right from the start: I'm not any great Nightwish fan, but I loved Dark Passion Play and at the time I really believed that  Anette Olzon would give the new breath of life the band would need to become one of my favorites. And thisImaginareum here shows that unfortunately that was not the case. The album has the whole atmosphere that recalls Tim Burton's movies, all that thing of frail, elegant and innocent beauty countered by a darker atmosphere. This, in itself, would be an interesting notion, but it ended up sounding somewhat pretentious or pedantic. It is a little strange, I would say it is less metallic than the average of the band's works. Overall, I can't define highlight tracks, neither negative nor positive, they are all leveled. Finally, this is really a matter of taste. I will neither recommend it nor complain.

Resenha: Nightwish - Imaginareum

Vamos tirar isso do caminho logo de cara: Não sou nenhum fãzaço de Nightwish, mas adorei o Dark Passion Play e na época realmente acreditei que Anette Olzon daria o novo fôlego de vida que a banda precisaria pra se tornar uma das minhas favoritas. E este Imaginareum aqui mostra que infelizmente não foi esse o caso. O álbum tem toda uma atmosfera que remete aos filmes de Tim Burton, toda aquela coisa de beleza frágil, elegante e inocente contrabalanceada por uma atmosfera mais sombria. Por si só, isso seria uma noção interessante, mas acabou soando um tanto quanto pretensiosa ou pedante. É meio estranho, eu diria que chega a ser menos metálico que a média dos trabalhos da banda. No geral, não consigo definir faixas de destaque, nem negativo nem positivo, estão todas niveladas. Enfim, é realmente uma questão de gosto. Não vou nem recomendar nem reclamar.