The Book Zine Radio

Tecnologia do Blogger.

Coffee T-Shirts camisetas personalizadas

Coffee T-Shirts camisetas personalizadas
Na compra de sua camiseta, mencione o The Book e ganhe uma cópia impressa do zine

Postagens populares

Twitter Updates

Blogger news

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Review: Huaska - Samba de Preto

Greetings, folks! And here we are with another creative work from the Brazilian scene. This is "Samba de preto", third album from the band Huaska, from São Paulo, that plays a sound that themselves define as "Bossa Metal". The result achieved by the group is good, it has an original sounding, and not just like another generic Roots-era Sepultura clone. The lyrics (in Portuguese) are very poetic, and match well with the intimistic style of bossa nova, but I missed a bit of metal/rock influences properly. What we see here are heavy guitars coming through in the middle of songs, but still keeping the samba/bossa style in songwriting, as is made clear in their cover for "Chega de Saudade", that actually sounded even conservative. But what matters is that the band manages to bring their own identity, exactly in a style to which most people would be negatively biased for associating it with the aforementioned  Sepultura clones. Oh, and lets not forget: GREAT idea calling the expert singer Elza Soares to split vocals in the title track! Indeed, if the metal influence that I so much missed were more  present, I would maybe even risk a comparison of Elza's vocals with Motorhead's Lemmy's. Maybe.

Resenha: Huaska - Samba de Preto

Saudações, povo! E cá estamos com mais um trabalho criativo na cena nacional. Trata-se de "Samba de preto", terceiro álbum da banda paulistana Huaska, que pratica um som que eles mesmos definem como "Bossa Metal". O resultado alcançado pelo grupo é legal, soa original (e não mais um clone genérico do Sepultura do "Roots"), com alta qualidade. As letras são bem poéticas, combinam muito bem com o estilo "banquinho e violão", mas eu senti um pouco de falta de influência metal/rock propriamente dita. O que percebemos aqui são guitarras pesadas entrando no meio da música mas ainda mantendo a composição no estilo samba/bossa, como fica claro no cover para "Chega de Saudade", que soou bem conservadora, até. Mas o importante é que a banda consegue trazer algo com identidade própria, justamente em um estilo em que a maioria do pessoal já seria inclinada a torcer o nariz por associar com os já mencionados clones do Sepultura. Ah, sim, e não podemos deixar de mencionar: ÓTIMA ideia chamar a veterana Elza Soares para dividir vocais na faixa-título! De fato, se a tal influência metal que eu senti falta estivesse mais presente, talvez eu arriscasse uma comparação do vocal de Elza com os de Lemmy, do Motorhead. Talvez.

Review: Savage Messiah - Plague of Conscience

Greetings, readers! The initiative by a band of making a full album available for free at the Internet is something seen more usually in the hardcore/punk scenes than in the metal culture. So deeply rooted is this fact in the underground culture, that it is somewhat a surprise when we see a case like that of Savage Messiah, here, with a work shaped by thrash/power metal, but without the atmosphere of nostalgia or attempt to recreate the 80's that we see in so many of the bands working with this style. Indeed, instead of seeking direct inspiration only in names of the past as Anthrax, Annihilator or Testament, what is apparent here is that the band sought equal inspiration in Chimaira, Lamb of God and Mastodon. What does it mean? A  thrash/power with shouted vocals that will certainly enchant people who enjoy these old school bands, but also with some features of the more recent style, without losing the spirit of metal. Only the sufficient to remind us that we are in the FUTURE and that it is indeed possible to make  modern metal without turning your back to your roots.
Highlight tracks: The title-track, Six Feet Under the Gun, Architects of Fear, Shadowbound and the epic The Mask of Anarchy, which even has excerpts of the namesake poem by Percy Shelley. For those who were born in metal, the future is made of metal!

Resenha: Savage Messiah - Plague of Conscience

Saudações, leitores! A inciativa de uma banda em disponibilizar um álbum completo na internet de forma gratuita é algo que costumamos ver com maior frequência no meio das cenas hardcore/punk do que no meio do metal. Isso é um fato tão enraizado na cultura do underground que causa espanto quando nos deparamos com um caso como o do Savage Messiah, aqui, com um trabalho nos moldes do thrash/power metal, mas sem o clima de nostalgia ou tentativa de recriação dos anos 80 que vemos em grande parte das bandas atuais que executam esse estilo. De fato, em vez de buscarem inspiração direta somente em nomes do passado como Anthrax, Annihilator ou Testament, o que aparenta aqui é que a banda buscou igual inspiração em Chimaira, Lamb of God e Mastodon. O que isso significa? Um thrash/power com vocais agudos que certamente encantará o pessoal que curte essas bandas da velha guarda, mas que também algumas características do estilo mais recente, mas sem descaracterizar o metal. Apenas o suficiente para lembrar que estamos no FUTURO e que é, sim, possível fazer um metal bem moderno sem virar as costas para as raízes.
Faixas de destaque: A faixa-título, Six Feet Under the Gun, Architects of Fear, Shadowbound e a épica The Mask of Anarchy, que contém inclusive trechos da poesia homônima de Percy Shelley. O futuro é feito de metal para aqueles que nascem no metal!