The Book Zine Radio

Tecnologia do Blogger.

Coffee T-Shirts camisetas personalizadas

Coffee T-Shirts camisetas personalizadas
Na compra de sua camiseta, mencione o The Book e ganhe uma cópia impressa do zine

Postagens populares

Twitter Updates

Blogger news

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Review: Obitto - Condenado

Greetings, folks! Here we are again with another work right from the gray streets of the capital of São Paulo. The band at hand is Obitto, and I should say that right from the bat I got a little cautious about reviewing a 5 songs demo clocking around 10 minutes, specially when it comes to grindcore and when it comes to a new band; I feared that I would end up without much to say, and in the end it could not be farther from the truth if I tried! In its short span, this demo manages to surprise with its ability to clearly establish grindcore as a genre with its own identity. Though there it is a noticeable death influence (specially in the more groovy songs, such as the title track), the emphasis here is really to grindcore, which allied to the crystal clear production, ends up allowing to notice a musical awareness way stronger than we are used to hear in other bands in the genre. A great first step and let us keep one eye upon this band!

Resenha: Obitto - Condenado

Salve, galera! E aqui estamos com mais um material diretamente das ruas cinzentas da capital de São Paulo. A banda em questão é o Obitto, e devo dizer que logo de cara fiquei um pouco receoso quanto a resenhar uma demo que com 5 músicas fica em torno dos 10 minutos, principalmente em se tratando de grindcore e uma banda nova; tive medo que acabasse sem ter muito o que dizer, e no fim das contas não poderia estar mais longe da verdade nem que tentasse! Em sua curta duração esta demo surpreende com sua capacidade de estabelecer de forma bem clara o grindcore como um estilo com identidade própria. Apesar de uma influência death metal notável (principalmente em faixas mais cadenciadas, como a faixa título), o grind é realmente a tônica aqui, o que, aliado à produção cristalina, acaba permitindo notar uma consciência musical bem mais forte do que costumamos ouvir em bandas do gênero. Um ótimo passo inicial e vamos ficar de olho nessa banda!

Live Review: Eclipse Doom Fest V

Finally something I've been waiting for a long time! A doom metal festival here in my city!
This the more traditional festival of the genere in Brazil, which up to its previous edition was held in Rio Grande do Sul (and where, to the shame of the biggest city in the countrym there where not many people going from São Paulo). In its 5th edition, we had the participations of O Mito da Caverna, from São Paulo-SP, Mortarium, from Rio de Janeiro-RJ and HellLight, from São Paulo-SP. Les Memoires Fall, from São José dos Campos-SP was also booked to play, but unfortunately, health problems made this boosting impossible.
O Mito da Caverna, as mythical as possible.


The sound started with little delay, at 7 PM, with O Mito da Caverna showcasing a disturbing and disturbed sludgecore, with clear influences of Khanate and Sunn O))), as well as drums clearly influenced by classic  grindcore/crust of names as Nausea e Terrorizer... But at a tenth of the normal speed! It is not for nothing that the band defines its style as "dead grindcore". Unfortunately, their sound was a bit harmed, since the bass and guitar bases where barely audible, remaining only the monstrous vocal, the drums and the guitar in charge noise and feedback.
Mortarium (pic from the band's Facebook profile)
After a short break, we had the presence of Rio de Janeiro's Mortarium. Death/doom with some gothic influences in the tradition of bands as Evereve or The Gathering, alternating clean female vocals with growls. Unfortunately the band suffered a bit with the fact that their songs where arranged for two guitars and they were a bit short-handed, with only one guitarist in the line-up. Indeed, in the beginning of the presentation it could be felt that the girls seemed somewhat inhibited, probably something related with these unifitting conditions. But at the end of the day, they managed to show their art in a competent and correct manner.
Vibrations of doom at the sound of HellLight.
To end the night, we had São Paulo's HellLight, the more experienced and well known band in this edition of the event. They went great with their funeral doom filled with influences from traditional doom metal, specifically in the tone of clean vocals, which were also impressive for their sheer power. I would indeed risk saying that the microphone may have even been unnecessary. Other than the vocals, another highlight was the work of the band's bassist, showing clearly HOW a bass player should work to keep the band's sound beefy. Indeed, the bass' low ends managed to cover the guitar, but always being harmonic and pleasant to the ears. It is nice to see that the band has been reaping the results of experience in several stages with varying quality equipment.
In the end, an excellent event, the type in which we feel the underground alive and make true some contacts that up to then were only names in a computer screen. Congratulations for the bands, the audience and may we have many other events aimed at this genre so much forgotten in Brazil.

Resenha de Show: Eclipse Doom Fest V

Finalmente algo que eu estava esperando por um longo tempo! Um festival de doom metal aqui em minha cidade!
Trata-se do festival mais tradicional do gênero no Brasil, que até sua edição anterior era realizado no Rio Grande do Sul (e no qual, para a vergonha da maior cidade do país, não costumavam ir pessoas de São Paulo). Nesta sua 5ª edição, tivemos a participação de O Mito da Caverna, de São Paulo-SP, Mortarium, de Rio de Janeiro-RJ e HellLight, de São Paulo-SP. Estava agendada ainda a participação do Les Memoires Fall, de São José dos Campos-SP, mas infelizmente motivos de saúde impediram mais esse reforço.
O Mito da Caverna, tão mítico quanto possível.
O som começou com pouco atraso, às 19 horas, com O Mito da Caverna destilando um sludgecore perturbador e perturbado, com nítidas influências de Khanate e Sunn O))), bem como uma bateria nitidamente influenciada pelo grindcore/crust clássico de nomes como Nausea e Terrorizer... Só que a um décimo da velocidade normal! Não à toa, a banda define seu estilo como "grindcore morto". Infelizmente o som dos caras foi um tanto prejudicado, pois as bases de baixo e guitarra estavam praticamente inaudíveis, restando apenas o vocal monstruoso, a bateria e a guitarra encarregada de ruídos e microfonias.
Mortarium (foto do Facebook da banda)
Após um breve intervalo, tivemos a presença das cariocas do Mortarium. Um death/doom com influências góticas ao molde de bandas como Evereve ou The Gathering, com alternância entre vocais femininos limpos e guturais. A banda infelizmente sofreu um pouco com o fato de suas músicas serem arranjadas para duas guitarras e elas estarem meio desfalcadas na ocasião, contando com apenas uma guitarrista na formação. De fato, dava para perceber que as garotas pareciam um pouco inibidas no começo da apresentação, provavelmente algo relacionado justamente com essa inadequação de condições. Mas conseguiram levar seu som de maneira digna e competente.
As vibrações do doom no som do HellLight.
Para encerrar a noite, tivemos os paulistanos do HellLight, a banda mais experiente e conhecida desta edição do evento. Os caras mandaram ver muito bem com seu funeral doom repleto de influências do doom metal tradicional, em específico o timbre dos vocais limpos, que ainda impressionam por sua potência. De fato, arrisco dizer que o microfone talvez tenha sido desnecessário. Além dos vocais, deve-se um destaque ao trabalho do baixista da banda, que mostrou da forma mais clara COMO um baixista deve trabalhar para manter o som da banda cheio. De fato, o grave do baixo chegava a cobrir a guitarra, mas de maneira ainda harmônica e agradável. É bom ver que a banda vem colhendo os resultados da experiência em variados palcos com aparalhagens de qualidade variante.
Por fim, um excelente evento, do tipo em que sentimos o underground vivo e tornamos concretos os contatos que até então eram apenas nomes em uma tela. Parabéns para as bandas, para o público, e que tenhamos muito mais eventos voltados a esse gênero que anda tão esquecido em nosso país.