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Live Review: II Legions of Nexus

Hi, folks! Last Sunday, November 18, I was at Blackmore Rock Bar attending to the second edition of Legion of Nexus, a festival started by Fábio, HellLight's singerguitarist, aiming to promote more integration between Brazilian bands of varied styles. At a first moment, three bands were scheduled to play that night (Chemical, Rhevan and HellLight itself), and in the last minute they were joined with the presence of the Uruguayans from Radical. Going straight to the point, here it is a brief report of each band's presentation:
Radical
The night was started with Radical, distilling a thrash/crossover influenced by eighties bands as English Dogs and Warfare, and in some moments even sounding as a slightly down-tempo Extreme Noise Terror. Their interaction with the audience was great, and they were an excellent choice to start warming up the crowd.
Chemical
The next band was Chemical, playing what themselves define as "brutal thrash", or a mix between Beneath the Remains-era Sepultura, Slayer from South of Heaven/Seasons in the Abyss and Kreator from Pleasure to Kill. A devastating stage presence, insane riffs and a bass player worthy of Danny Lilker's legacy. Unmistakably, they were the best point of the night.
Rhevan
The third band was Rhevan, the main reason for me to leave home during a lazy Sunday, and they totally made it worthwhile. Releasing their second album and clearly demonstrating the experience born on stages, they made a well-rounded set of gothic/symphonic metal, with remarks for the powerful voice of Daniele Navarro and the very welcome guitar melodies inspired in the NWOBHM, as if to remember that this is a metal band, after all. It was also very interesting to see how well their sound was received, I was expecting that since the band comes from out of the Rio de Janeiro/São Paulo axis and also for playing just after two aggressive bands, the audience would be a bit more cold toward them. It was a nice thing to be wrong!
HellLight
And, finally, we get to the last band of the night, HellLight. It is shameful to confess the fact, but I standed just enough to hear the first two songs, since my way back home was bound to be a long one... But it was worthy to listen to a bit of their unlikely and surprising effective mix between Evoken and While Heaven Wept executed by the four-piece that certainly is, today, the most active name in São Paulo's doom metal scene.

Resenha de show: II Legions of Nexus Fest

Olá, pessoal! No domingo dia 18 de novembro estive no Blackmore Rock Bar para prestigiar a segunda edição do Legion of Nexus, um festival idealizado pelo Fábio, vocalista/guitarrista do HellLight com o intuito de divulgar e promover uma maior integração entre bandas nacionais de estilos diversos. Inicialmente, havia três bandas agendadas para esta noite (Chemical, Rhevan e o próprio HellLight), e de última hora elas foram reforçadas com a presença dos uruguaios do Radical. Sem mais delongas, vamos a um breve relato da apresentação de cada banda:
Radical
A noite foi iniciada com o Radical, levando um thrash/crossover com influências oitentistas na linha de English Dogs e Warfare, chegando em alguns momentos a soar até como um Extreme Noise Terror menos acelerado. Grande interação com o público e uma excelente escolha para começar a esquentar a galera.
Chemical
A banda seguinte foi o Chemical, levando o que eles mesmos definem como brutal thrash, ou uma mistura de Sepultura do Beneath the Remains, Slayer do South of Heaven/Seasons in the Abyss e Kreator do Pleasure to Kill. Presença de palco devastadora, riffs insanos e um baixista digno do legado de Danny Lilker. Sem medo de errar, o ponto alto da noite.
Rhevan
A terceira banda foi o Rhevan, o principal motivo para eu ter saído de casa durante um domingo preguiçoso, e eles fizeram valer minha saída, sem dúvida. Lançando seu segundo CD e demonstrando claramente a experiência que nasce nos palcos, mandaram um set muito caprichado de um gothic/symphonic metal com os potentes vocais de Daniele Navarro e muito bem-vindas melodias de guitarra inspiradas na NWOBHM, para lembrar que é, afinal, uma banda de metal. Foi interessante ver também que o som deles foi muito bem recebido, eu esperava que por ser uma banda fora do eixo RJ-SP e ainda por tocar depois de duas bandas agressivas, o público fosse um pouco frio. Bom ter me enganado!
HellLight
E por fim, chegamos à última banda da noite, o HellLight. Me envergonha admitir o fato, mas só fiquei o suficiente para ver as duas primeiras músicas, pois o meu caminho de volta para casa ainda seria longo... Mas valeu a pena ouvir um pouco da insólita e surpreendentemente eficiente mescla de Evoken e While Heaven Wept praticada pelo quarteto que hoje é sem dúvida o nome mais ativo da cena doom na cidade de São Paulo.

Comunicado: Sentenced Soil

Olá, pessoal! A maioria de vocês não deve saber, mas nesse período em que fiquei longe do blog, entrei como vocalista em uma banda de gothic doom aqui de São Paulo, o Sentenced Soil. A banda está na ativa desde 2010, tendo iniciado suas atividades como cover do Draconian, mas hoje estamos compondo sons próprios e pretendemos seguir esse caminho. E para que tenhamos sucesso nessa empreitada, falta um elemento importante: um baterista. Estamos em pleno ritmo de composição, as ideias fervilham e a vontade de tocar é imensa. Então, se você é um baterista ou conhece um, realmente apaixonado por doom metal, entre em contato pelo perfil da banda no Facebook (www.facebook.com/sentencedsoil), pela fanpage (www.facebook.com/SentencedSoilBand - aproveite e curta) ou até mesmo por e-mail (heder.osny@gmail.com). Estamos ansiosos para fazer o som!

Review: Anonymous Hate - Red Khmer

Hello, folks! After a LONG absence, here we are finally again with a new post and a new layout as a gift. Hope you all like it! What we have here to you today is the Red Khmer EP, by Anonymous Hate, hailing from the Brazilian state of Amapá. The band, established in 2007, has been struggling for their space and proving their value in the underground, and what they present us here is a great death metal with modern grindcore influences. We have blastbeats running wild, spicy guitars, high-pitched solos and a rhytm reminding something like Nasum and Misery Index. The play presents  (after an intro) 3 own songs, alternating between groovy parts and the aforementioned blastbeats (highlights for the song Created to Kill), besides covers from Ratos de Porão, Terrorizer and Obituary. A really inspired playlist.
I advise you to pay attention to this band, if they keep this rhythm and quality, it will not be long before they get a greater space in the scene.

Resenha: Anonymous Hate - Red Khmer

Olá, pessoal! Após uma LONGA ausência, finalmente aqui estamos com um novo post e de brinde um layout novo. Espero que tenham gostado! E o que temos aqui para apresentar é o EP Red Khmer dos amapaenses do Anonymous Hate. A banda, formada em 2007, vem batalhando por seu espaço e provando seu valor no underground, e o que eles nos apresentam aqui é um belo de um death metal com influências de um grindcore mais moderno. Temos blastbeats comendo soltos, guitarras bem ardidas, solos agudíssimos e uma levada que lembra bem algo entre Nasum e Misery Index. O play apresenta (depois de uma intro) 3 sons próprios, alternando entre levadas cadenciadas e os já citados blastbeats (com destaque para Created to Kill), além de covers de Ratos de Porão, Terrorizer e Obituary. Um playlist realmente inspirado.
Aconselho a prestarem atenção nesta banda, seguindo esse ritmo e essa qualidade, ela não demorará para conseguir um destaque no cenário.