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Review: O Mito da Caverna - Os Condenados da Terra

"Dead Grindcore". This is the definition used by this five-piece from São Paulo to categorize their sound. Though I had already seen their live performance in the last edition of Eclipse Doom Fest, I still expected of a record to have more evident influences of grindcore or crust, with a bit of sludge, something more in the style of bands as Grief or Corrupted. So, I got very surprised (in a positive manner) listening to this first work by the band. The album has a single, 33-minutes long, track, with a pounding and bleak atmosphere. Vocals covered in echoes, alternating between despairing screams and funereal growls, guided by an austere percussion, reminiscent of a drum setting the rhythm for slaves rowing a Roman galley. The overall result is much more biased towards metal than to grind/crust/sludge, in some moments even reminding bands aimed to more quintessential forms of doom metal, such as Evoken and Disembowelment. A great band, with a sound proposal that, albeit not exactly original, is something that I, personally, do not remind to see being explored by other Brazilian bands, and it also manages to escape from the snare of making their doom a tedious sond. Indeed, even with the cyclopean duration of the song, at its end you will find yourself willing to listen to it again.

Resenha: O Mito da Caverna - Os Condenados da Terra

"Grindcore Morto". É com essa definição que este quinteto paulistano classifica seu som. Apesar de já ter presenciado sua atuação ao vivo na última edição do Eclipse Doom Fest, ainda esperava que em uma gravação as influências mais evidentes fossem mais para os lados do grind ou do crust com um pouco de sludge, algo no estilo de bandas como Grief ou Corrupted. E assim, fiquei muito surpreso de maneira positiva ao ouvir este primeiro material da banda. O CD apresenta uma única faixa, com 33 minutos de duração, em um clima pesado e cinzento. Vocais cheios de ecos, alternando entre gritos rasgados de desespero e um gutural fúnebre, conduzidos por uma bateria austera como um tambor marcando o ritmo dos escravos remadores em uma galera romana. O resultado geral tem uma inclinação muito maior para o lado do metal do que para os lados do grind/crust/sludge, chegando em alguns pontos a lembrar bandas voltadas a formas mais quintessenciais do doom metal, como Evoken e Disembowelment. Ótima banda, com uma proposta sonora que se por um lado não exatamente original, por outro é algo que não me recordo de ver sendo explorado por outras bandas nacionais, além de escapar com desenvoltura da armadilha de tornar o doom um som tedioso. De fato, mesmo com a duração ciclópica da música, ao seu fim dá vontade de ouvi-la novamente.