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Review: Khorne - We Begin

I got very excited with this band! It is not so easy to find bands referring to the (breath-taking) universe of the Warhammer roleplaying game (as early Bolt Thrower used to do), and to expect that someone managed to weave such references into the shape of a most heavy death/doom was something simply unthinkable. And the band at hand being from Pakistan? It could only happen in a parallel world! And it seems that (for my joy), THIS ONE is the parallel dimension to a more "normal" one, since here we have Khorne, which presents in this EP 5 solid slabs of death/doom clearly inspired by names as early Cathedral and Anathema. A sort of "dark groove" pervades the sound most of the time, more evidently in the track Memoirs of Chaos, creating a pleasant feeling kind of similar to that of great bands from the early 90's.
A great effort, that really should be heard by any doom metal fanque se preze.

Resenha: Khorne - We Begin

Fiquei animado com esta banda! Não é tão fácil encontrar bandas que façam referência ao (empolgante) universo do RPG Warhammer (a exemplo do Bolt Thrower no início de carreira), e esperar que alguém conseguisse tecer essas referências na forma de um death/doom pesadíssimo, então, era algo simplesmente fora de cogitação. E a banda em questão ainda por cima ser do Paquistão? Só mesmo em uma dimensão paralela! E pelo visto, para minha sorte, ESTA é a tal dimensão paralela, pois aqui está o Khorne, que apresenta neste EP 5 pedradas de um death/doom nitidamente inspirado por nomes como Cathedral e Anathema em início de carreira. Há uma espécie de "groove sombrio" presente na maior parte do tempo, mais evidente na faixa Memoirs of Chaos, criando uma sensação em geral meio semelhante à das boas bandas do início dos anos 90.
Um ótimo trabalho, que deve sem sombra de dúvida ser conferido por qualquer fã de doom metal que se preze.

Review: HellArise - Functional Disorder

To say a female-fronted melodic death metal band brings to mind Arch Enemy may sound even laziness by the reviewer, but this is really the reference that comes more clearly in the sound of this band from São Paulo; truth must be said, however: such likeness is much more due to the instrumentation, such as the completely Mike Ammott-like riffs used in songs such as I Don't Believe and More Than Alive or the drumsm clearly influenced by the Swedish band, than for any possible comparison between the respective singers. As any EP worth the name, this is a short listening, peaking at 24 minutes, with highlights to the mentioned More Than Alive and More Mindless Violence, which even has a clip on Youtube (address below).
The EP was initially released only in virtual format (available at their bandcamp), but it is worthy mentioning that as this review is written, the band has a crowdfunding campaign to make possible its release in CD format (see address below).
EP crowdfunding campaign: http://catarse.me/pt/hellarise

Resenha: HellArise - Functional Disorder


Dizer que uma banda de death melódico com uma mulher no vocal lembra Arch Enemy pode soar até mesmo preguiçoso da parte de quem escreve, mas realmente essa é a referência que aparece com mais força no som desta banda paulistana; porém, verdade seja dita, tal semelhança tem muito mais a ver com o instrumental, como os riffs totalmente Mike Ammott usados em músicas como I Don't Believe e More Than Alive ou a bateria nitidamente inspirada pela banda sueca do que por qualquer comparação entre as respectivas vocalistas.
Como qualquer EP que se preze, este é bem breve e pode ser ouvido de uma tacada só, com um total de 24 minutos e destaques para a já mencionada e More Than Alive e More Mindless Violence, que tem até um clip no Youtube (endereço abaixo).

O EP inicialmente foi lançado apenas em formato virtual (disponível no bandcamp, endereço abaixo), mas vale mencionar que no momento em que esta resenha é escrita, a banda está com uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar seu lançamento em formato físico (com o endereço também abaixo).
Campanha de financiamento do EP: http://catarse.me/pt/hellarise

Resenha: Torture Squad - Esquadrão de Tortura (guest post)

Qual não foi minha surpresa alguns dias atrás ao abrir o Facebook e ver na timeline do mano Rafael Romanelli, guitarrista/vocalista da banda LeatherFaces, uma grande resenha do novo trabalho do Torture Squad? Fiquem com o guest post do Rafael e em seguida vão ouvir um pouco de Torture Squad e LeatherFaces!


"Antes de ouvir o álbum inteiro tinha apenas escutado a faixa "No Escape From Hell" e vou dizer que de cara já senti uma energia nova neste som e até "me precipitando" na semana passada, arrisquei dizendo que seria o melhor trabalho já feito pelo Torture Squad! Bom, ouvi hoje na íntegra o disco e o que ACHEI, não estava errado...

"Esquadrão de Tortura" é um disco que soa tão preciso, pesado, técnico e SIM COM FEELING que fiquei chocado! Faixas como a própria "No Escape From Hell", "Pull The Trigger" (talvez a maior do disco e mais trabalhada), "Pátria Livre" (com participação do João Gordo), "Wardance" (uma fúria brutal de Thrash e Death Metal) e acho que minha favorita até então "Never Surrender", onde André Evaristo não demonstra só sua baita competência como guitarrista (base e solo), e sim agora um grande frontman e vocalista! Outro fator que demonstra uma banda muito mais pé no chão e segura, essa nova formação (antiga na verdade) realmente deu um UP uma energia renovada que, eu particularmente achava que precisavam. Outro ponto muito importante é de se tratar de um disco conceitual... normalmente quando uma banda diz lançar algo conceitual, fãs mais conservadores torcem o nariz. Por muitas vezes pelo fato da banda deixar um disco cansativo e até mesmo soando muito diferente do que é o "chavão" a característica da banda. Mas não é o caso do "Esquadrão de Tortura", aliás, passa longe! É incrível como as músicas, sim tem uma ligação entre elas, muito claras por sinal, mas o disco não soa cansativo nem por um momento. Uma paulada atrás da outra que só te instiga a querer saber o que vai vir de novo faixa pós faixa. Isso sem esquecer da cozinha feita por Castor Torture Squad e Christófaro Amilcar. Músicos de um nível excepcional e mostrando cada vez mais maturidade e pé no chão, mostrando que eles tem suas próprias características que nunca sumiram no Torture Squad e sim amadureceram a cada disco. Eu como fã, e já acompanhando durante um bom tempo a carreira dos caras, "Esquadrão de Tortura" é tudo o que SEMPRE QUIS ouvir vindo da banda Torture Squad. E não é rasgação de ceda não, é um trabalho transparente que demonstra de todas as formas possíveis um trabalho sério, bem feito, de bom gosto e que o Torture esta mais vivo do que nunca com os dois pé na nuca! Quem quiser adquirir ele digitalmente só acessar o link abaixo... agora quem for comprar o material físico só semana que vem!

Obs.: Parabéns caras, creio que esse novo trabalho irá abrir muito mais portas para voces. E torço por isso."


Só completando, os canais para obter a versão digital desse material enquanto não lançam o físico:




Review: Visceral Slaughter - Caedem

This debut album is, actually, less of a debut and more the continuation of a solid legacy, started when the band was termed Anonymous Hate. After the demise of their guitar player Heliton Coelho, the remaining members kept ahead on their struggle, with a new identity and a high quality work.
The band's personality is easily recognized, but we also notice a more aggressive approach to the drums (for instance, the intro to Reign of Hypocrisy, or all the variations in Blood and Pain), as well as the insertion of breakdowns that don't come even close to sound as mallcore (as we may check out in the crushing Human Wreckage).
Overall, it is a death/grind that balances well the two parts of the equation, something as a middle ground between Deicide/Krisiun and Terrorizer/Napalm Death. An excellent album on its own, but also a great tribute to their fallen comrade and another evidence that the Brazilian metal scene is much richer than what may seem based only on bands in the South-Southeast regions of the country.

Contacts:
visceralslaughter@gmail.com
https://www.facebook.com/VisceralSlaughter/

Resenha: Visceral Slaughter - Caedem

Este álbum de estreia da banda amapaense é, na verdade, menos uma estreia e mais a continuação de um legado sólido, iniciado quando a banda atendia por Anonymous Hate. Após o falecimento de seu guitarrista Heliton Coelho, os membros restantes prosseguiram na luta com uma nova identidade e um trabalho de qualidade.
A personalidade musical da banda é facilmente reconhecida, mas percebe-se uma execução mais agressiva da bateria (vide a introdução de Reign of Hypocrisy, por exemplo, ou todas as variações em Blood and Pain), além da inserção de breakdowns que não chegam nem perto de soar como mallcore (como podemos confirmar na esmagadora Human Wreckage).
Em termos gerais, trata-se de um death/grind que equilibra bem as duas partes da equação, algo como um meio termo entre Deicide/Krisiun e Terrorizer/Napalm Death. Um álbum excelente por si só, mas também como homenagem ao companheiro caído e como mais uma prova que a cena metal brasileira é muito mais rica do que pode parecer com base apenas nas bandas do eixo Sul-Sudeste do país.

Contatos:
visceralslaughter@gmail.com
https://www.facebook.com/VisceralSlaughter/

Review: Fates Prophecy - The Cradle of Life

Fates Prophecy is already a considerably experienced band, and they come back full force with their fourth album, the first to feature the singer Ricardo Peres.
Here we have a merge between traditional and melodic heavy metal (at times, as in New Degeneration or the title track, it brings to mind Helloween with Andi Deris). Ricardo has something in his voice that even brings to mind Ripper Owens in more aggressive songs, as the opening track 24-7 Death. The speed keeps a somewhat tame pace, without becoming power metal (I confess that at times I miss it a little).
The guitar work is very tight knit, though without surprises; they just do their work and do it in the correct manner. This is not a complaint, indeed, but one can't help feeling this lack of a little more boldness in the sound. This may even be due to the fact that this is a transition album, a portrayal of the and the singer trying to find themselves before jumping to higher flights (this is what I hope, at least).
Having said that, the band's initiative to make this album available for hearing and download is commendable, and it should be known by anyone not yet acquainted with their work who enjoys this hybrid between melodic and traditional metal.
Soundcloud (album download or listening, track by track): https://soundcloud.com/fates-prophecy

Resenha: Fates Prophecy - The Cradle of Life

O Fates Prophecy é uma banda já com bom tempo de estrada, que volta à carga com este seu quarto álbum, o primeiro com o vocalista Ricardo Peres.
Temos aqui um heavy metal com um pé no melódico e outro no tradicional (em alguns momentos, como em New Degeneration ou na faixa-título, chega a lembrar o Helloween já com Andi Deris). O timbre de Ricardo tem algo que lembra momentos de Ripper Owens em músicas mais agressivas, como a faixa de abertura 24-7 Death. A velocidade segue um ritmo contido, sem enveredar para o power metal (confesso que em alguns momentos sinto falta disso).
O trabalho das guitarras é caprichado, embora pouco surpreendente, elas simplesmente fazem seu trabalho e o fazem corretamente. Não é algo a se reclamar, de fato, apenas sente-se a falta de um pouco mais de ousadia no som. Talvez seja até mesmo fruto deste ser um álbum de transição, um retrato da banda e do vocalista se encontrando mutuamente antes de partirem para vôos mais ousados (é o que espero, pelo menos).
Tendo dito isto, a banda merece cumprimentos por sua iniciativa de disponibilizar este álbum gratuitamente para audição e download no Soundcloud, e deve ser conhecida por quem ainda não está familiarizado com seu trabalho e curte esse meio termo entre o metal melódico e o tradicional.
Soundcloud (download ou audição do álbum, faixa a faixa): https://soundcloud.com/fates-prophecy

Live Review: Eclipse Doom Fest VI

A Brazilian doom metal festival. For many years, this idea was a kind of utopia, but since 2008, with plenty of hard work and force of will from those involved in the scene interested in seeing it increase, that became a reality, in the form of Eclipse Doom Fest, that seeks to gather national doom bands and give them the time needed for them to play a good set, instead of squeezing it in a short time span between bands of faster styles. Since last year, the festival started to happen in the city of São Paulo, and this year's edition was, with no shadow of doubt, the best event I attended to in 2013, and it is at least among the top five in my life. What made this event so much special? That feeling of union that I have not felt in such large scale for a long time. It was great to meet personally people I only knew via internet, or even to be able to hold longer conversations with people I already knew, but in other occasions had been able only to exchange some few words. Add to that a booth for sales of high quality material (though the quantity was unfortunately very limited), a venue with a very picturesque atmosphere (Hole Club deserves its name! A subterranean space with no interference of external light whatsoever) and bands of the highest quality, which already have their names engraved in the history of the style in the country, and you can't help being amazed with the night. But I'm being subjective here. Let's proceed to the objective points of the event:
Soul's Silence (photo by Cielinszka)
The night was started with Soul's Silence, from São Paulo, presenting a set mixing themes from their first demo and newer material. It is interesting to notice how in a live situation the band's sound presents a very clear element of the 70's sound, at some moments event sounding somewhat psychedelic. They started warming everyone up and serving as a preview to the level of quality that we would see through the night, never losing the energy in a single moment.
Bullet Course & Cielinszka (photo by Julie Sousa)
After an interval to check the merch booth (and to get an Amarna Sky CD, to be reviewed soon), the stage was taken by Bullet Course, headed by the bassist/vocalist Daiton Arkn, (one of the people in charge for the organization of the event, by the way), which after an intro with heavy guitars as a counterpoint to a cello played by Cielinszka, collaborator of Doom Metal BR and head at Persephone Dark Clothes, delighted us with an energetic death doom with a sound somewhat faster than the average for the style. Their sound is full of quality and personality, it is actually difficult to draw parallels with other known names. I really hope to hear more from this band, they pleased me a lot.
Lachrimatory (photo by Julie Sousa)
Another break and more time to have some talk with friends who were at the same time old and new, and soon the stage was taken again, this time by Lachrimatory, the band which I was more than a month eager to see live. And they did not disappointed in any moment. Indeed, to this moment, I'm still impressed with their sound. A completely eerie doom, with passages influenced by the great names of the 90's (specially My Dying Bride) and the darkest shapes possible of funeral doom. Throw into it the fully dedicated performance from the vocalist/keyboarder Ávila Schultz (it is hard to see such an expressive keyboarder) and we have here (not to take any merit from the other bands) the high point of the night.
HellLight (photo by Cielinszka)
Finally, for a closing, we had the one that is certainly the most active doom metal band in São Paulo (I dare not say from Brazil, tought I have an impression it may be true), HellLight, that presented itself in their best shape, showing the difference it makes to play in a venue with gear able to endure the intensity of their sound. I don't remember, in any occasion, having heard Fábio's clean vocal lines with so much clarity. And to top that, they came with a renewed set, full of material from their upcoming album, No God Above, No Devil Below. Funeral doom of the highest quality, with long songs and a balance between clean vocals (at times doubled between Fábio and the keyboarder Rafael) and growls.
The overall balance was extremely positive, far beyond my best optimistic expectations. The structure was great, the bands too, and the same for the human element. There is nothing else to add that may not sound redundant, only that I expect anxiously for next year's edition, and hope to see more and more bands from the whole Brazil showing the power of the style around here, against all expectations.